2012 começou e você 'tá' perdido? O GON te ajuda...

Com Jesus nunca vai faltar estepe quando os pneus furarem na estrada da sua vida. ;)

Simplesmente perdoar

Nos afastamos de Deus. Sim por que a falta de perdão é falta de amor. Logo, falta de amor é falta de Deus. Com Deus longe deixamos espaço para o "orgulhoso" agir.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

O que é Relativismo?


O relativismo é uma corrente que nega toda verdade absoluta e perene assim como toda ética absoluta, ficando a critério de cada indivíduo definir a sua verdade e o seu bem. Opõe-se-lhe o fundamentalismo, que afirma peremptoriamente a existência de algumas verdades e algumas normas fundamentais… O indivíduo se torna o padrão ou a medida de todas as coisas. Tal atitude está baseada em fatores diversos, entre os quais o historicismo: com efeito a história mostra que tudo evolui e se tornam obsoletas coisas que em tempos passados eram plenamente válidas. A Igreja rejeita o relativismo, mas também não aceita o fundamentalismo: ao lado de verdades e normas perenes, existem outras, de caráter contingente e mutável. Ao cristão toca o dever de testemunhar ao mundo de hoje que a profissão d fé e a Moral católicas nada têm de obscurantista e de recusa dos autênticos valores da civilização contemporânea.

Texto completo no blog Vida Espiritual

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Catholic Church: buildier of civilization #7

Episódio 7: Os monges: Os monges foram os guardiões do ensino e do conhecimento durante as invasões bárbaras e na Idade Média.

Quantos mitos sobre a Igreja já te contaram? Em quantos deles você creu?
Quebre paradigmas... assista esta série, que apresenta a colaboração da Igreja Católica para a construção da civilização ocidental.

Primeiro episódio
Segundo episódio
Terceiro episódio
Quarto episódio
Quinto episódio
Sexto Episódio



Sobre a Inquisição


Quem são os fanáticos?
por Jorge Ferraz

Amigo 1: A Inquisição matou milhares de cientistas durante a Idade Média, época que ficou conhecida justamente como “Idade das Trevas” devido à perseguição que a Igreja fez à Ciência.

Eu: Tu podes me dizer o nome de um cientista que foi queimado pela Inquisição?

Amigo 1: Tem… tem… tem… qual o nome dele? Poxa… tu sabes, Jorge. Aquele que disse que a terra era redonda.

Amigo 2: Copérnico.

Amigo 1: Isso. Copérnico.

Eu: Copérnico era monge católico e morreu de velho. Próximo. [Eu poderia ter dito, mas não disse para não desviar (ainda) mais o foco da discussão, que Copérnico não disse que a terra era redonda, e sim que ela girava em torno do sol]

Amigo 2: Ele foi queimado sim.

Eu: Foi não.

Amigo 1: Foi sim, Jorge.

Eu: Não foi.

Amigo 1: Aqui tem dois contra um. Foi queimado sim.

O diálogo acima ocorreu exatamente deste jeito, se não com essas exatas palavras, com esta seqüência e este encadeamento de argumentos. E, por maioria simples de votantes (dois contra um) em uma mesa de shopping tomando chopp, Copérnico foi queimado pela Inquisição – e ai de quem ousasse dizer o contrário. Acho até que eu próprio escapei, por pouco, de ser queimado – afinal, estava chovendo.

Óbvio que protestei contra esta loucura metodológica e este ultraje histórico. E o Google depois os convenceu de que Copérnico não fora queimado pelo Santo Ofício (espero que por relevância das referências, e não por um democrático número de resultados). Mas o que me incomodava então não era isso – afinal de contas, uma bobagem pontual é relativamente simples de ser refutada. O que me incomodava e me incomoda são os pressupostos tácitos e universalmente aceitos, o “contexto histórico” genérico e difuso – mas que marca terreno no imaginário popular com a força de um dogma inexpugnável.

Pergunte-se a uma pessoa qualquer no meio da rua, católica ou não, se é verdadeira ou falsa a afirmação “a Inquisição perseguiu e matou milhares de cientistas durante a Idade Média”. Nove entre dez pessoas, no mínimo – que digo eu? Noventa e nove entre cem, provavelmente -, vão responder que é verdadeira. Depois, pergunte-se o nome de alguns desses cientistas que a Inquisição matou. Não vai sair absolutamente nada (e, caso saia, vai ser, na ordem, Galileu, Copérnico e Giordano Bruno – diga-se de passagem, dos três, só este último foi queimado).

Copérnico era monge, Galileu era amigo do Papa, e ambos morreram de velhice. Mas, vá lá, aceitem-se para fins de argumentação estes que são os únicos oferecidos pelos anti-clericais. A pergunta que se impera é: cadê os milhares? Ou as centenas? As dezenas? Se, perscrutando mil anos de alegada perseguição científica, os inimigos da Igreja só são capazes de puxar da manga três exemplos (e três exemplos bem questionáveis, é bom não esquecer) de cientistas perseguidos pela Inquisição, não seria algo perfeitamente sensato e razoável questionar a verossimilhança dos pressupostos adotados?

Se a Igreja perseguiu e matou milhares de cientistas na Idade Média, como é possível que ninguém possa nos dar exemplos de alguns destes mártires da Razão contra o obscurantismo religiso? É óbvio que, se houve uma “perseguição” com as proporções que a mentalidade média acredita ter havido, deve haver algum registro disso. A resposta-padrão a este questionamento é: “mas a História é escrita pelos vencedores”. Extremamente cômodo, e extremamente nonsense. Eis a “lógica”: se não há registros dos cientistas que arderam nas fogueiras da Inquisição, é precisamente pelo fato de que eles foram queimados e a Igreja malvada encobriu tudo: ou seja, prova-se que a Igreja perseguiu uma multidão de cientistas do fato mesmo de ninguém saber absolutamente nada sobre esta multidão de cientistas perseguidos! E ninguém parece ver nada de errado com isso – é impressionante. A força do absurdo que é inculcado pacientemente ao longo dos anos, desde a infância, acaba com todo o senso crítico. As pessoas apenas repetem bovinamente: “mas a Igreja perseguiu e matou milhares de cientistas durante a Idade Média”.

Os que se preocupam com as regras básicas para debater já concluíram que ausência de evidência não é evidência de ausência. Não perceberam ainda eles, no entanto, esta metamorfose argumentativa que faz com que, para atacar a Igreja Católica, a ausência de evidência degenere na prova cabal e demonstração incontestável da existência. “É lógico que não se conhecem os cientistas, exatamente porque eles foram perseguidos e mortos!”. E não adianta redargüir “tá, mas como é que se sabe, então, que eles foram perseguidos e mortos?”, porque a resposta é invariavelmente a mesma: “todo mundo sabe disso”. E depois somos nós os dogmáticos e os fanáticos? Por que ninguém se preocupa com esta calúnia institucionalizada que é a atribuição virtualmente onipresente de um rótulo odioso à Igreja Católica? Por que a afirmação “a Igreja perseguiu cientistas” deve ser aceita como um dogma incontestável?

domingo, 25 de abril de 2010

Junius Sancti 2010

O que é Junius Sancti?

É um dia diferente, no qual você, jovem, é convidado a participar para revolucionar a sua vida! Esta é a nossa atitude de contribuição no resgate de ovelhas perdidas e na formação dos jovens já inserios na Igreja.

A experiência adquirida nas edições anteriores aponta que a convivência e troca de saberes entre os jovens é de fundamental importância na vida baseada nos princípios cristãos do amor, da justiça e da paz.

Venha conosco louvar a Deus, dançar, brincar e trocar algumas ideias. Não perca tempo, você foi escolhido para nos acompanhar neste dia especial.


Quem pode participar?

• Jovens já crismados.
• Todos os grupos de jovens, sem distinção de pastoral e movimento.
• Jovens interessados em passar um dia diferente, mergulhados na presença do Senhor.


Quando e onde acontecerá?

Data: 23/maio/2010
Horário: 8h30min
Local: Igreja São João Batista
Rua Pedro Rangel, 154 - São João - Itajaí – SC


Inscrições

Período: até 16/maio/2010
Taxa: não há taxa para a inscrição
Inscreva-se por e-mail, enviando uma solicitação do formulário para g_obranova@hotmail.com.


O JS 2010 vai ser demais! Divulguem.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Fique ligado


Já havíamos noticiado que este ano será realizada a quarta edição do Junius Sancti. Em breve estaremos disponibilizando a todos os materiais de divulgação.

Não fique fora dessa!

Tema: "Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto" Isaías 55,6.

Dia 23/mai a partir das 8h30min, no Salão Paroquial da Igreja São João Batista.

Fica aí uma música para todos nós. Sigamos a Deus sem perder tempo!
Clique aqui para ver a letra da música.

Papa ensina aos jovens como encontrar sua vocação


CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 21 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Bento XVI aconselha aos jovens encontrar sua vocação em diálogo com Deus.

Foi a mensagem que deixou aos numerosos rapazes e moças que participaram da audiência desta quarta-feira, na praça de São Pedro.

O Papa lhes recordou que no próximo 25 de abril, a Igreja celebra o Dia Mundial de Oração pelas Vocações.

"Desejo-vos, queridos jovens, que encontreis em diálogo com Deus vossa resposta pessoal a seu desígnio de amor", disse.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

"Dar a cara ao Papa"

Jovens de todo o mundo ofereceram as suas fotos para compor uma homenagem ao Papa Bento XVI, por ocasião de seu 83º aniversário. A organização ficou por conta da equipe da JMJ 2011 Madrid.

Veja como ficou legal!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A ponte quebrou... e agora?

por Andreza Moraes

Muitas vezes eu vi ao meu redor várias pontes quebradas. De repente eu estava ali sem “conexão” com as pessoas que eu amo, as responsabilidades da vida, com o próprio Deus! Vi que certas pontes eu quebrei com meu orgulho, por não saber pedir perdão.

Outras eu quebrei pelas minhas grosserias. Outras se romperam ao longo do tempo porque eu não dei a manutenção que precisavam. Outras se romperam porque estavam velhas e em desuso. Credo!

Aos poucos, com a graça de Deus, eu fui reconstruindo. Mas, interessante, não precisei reconstruir todas, bastou reconstruir a ponte que me leva a Deus! A partir daí, todo o resto foi ganhando vida dentro de mim.

Deus mesmo foi se tornando o caminho que me une mais à minha família, a estrada onde cultivo as minhas amizades, o lugar onde me liberto do pecado. Que maravilha! Deus se tornou o sentido, a razão, a ponte, o tudo! Deus se tornou o essencial, o absoluto! Dele partem todas as coisas, e pra ele levo tudo o que vivo.

Existem pontes quebradas ao seu redor? Será que não está na hora de reconstruir a principal delas?

Hoje, mais que um clip legal da Banda Tenth Avenue North, você confere neste vídeo as palavras de um Deus que te espera!

Por que você continua buscando como se eu não fosse suficiente?
Pra onde você vai, criança?
Conte-me para onde você vai correr
Para onde você vai correr?
E eu estarei ao seu lado
Onde quer que você caia
No meio da noite
Sempre que você chamar
E por favor não lute
Essas mãos estão te segurando
Minhas mãos estão te segurando


Catholic Church: buildier of civilization #6

Sexto episódio: Deus existe?: Estudiosos da Igreja usam a razão para propor a existência de Deus

Quantos mitos sobre a Igreja já te contaram? Em quantos deles você creu?
Quebre paradigmas... assista esta série, que apresenta a colaboração da Igreja Católica para a construção da civilização ocidental.

Primeiro episódio
Segundo episódio
Terceiro episódio
Quarto episódio
Quinto episódio



PJ - Entrevista "Na pilha"

Entrevista na sexta-feira Santa, ao programa Na Pilha, da TVCOM. Sobre juventude, música, páscoa.

Papa aos jovens: não temer ir contra a corrente


por Roberta Sciamplicotti

LA VALLETTA, domingo, 18 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Encontrar Jesus supõe “uma grande experiência de amor” que muda a vida, afirmou o Papa Bento XVI na tarde deste domingo aos jovens de Malta e Gozo, com quem celebrou um encontro no porto de La Valletta. Esse amor expulsa o temor, afirmou o Papa. “Por isso, digo a todos: não tenham medo!”. “Não tenham medo de ser amigos íntimos de Cristo!”, exclamou em maltês.

“Certamente encontrarão oposição à mensagem do Evangelho” – prosseguiu –, constatando que “a cultura atual, como toda cultura, promove ideias e valores que talvez sejam contrários aos vividos e pregador por nosso Senhor”.

“Frequentemente se apresentam com um grande poder de persuasão, reforçados pelos meios de comunicação e a pressão social.”

“Por isso digo a vocês: não tenham medo, mas se alegrem de Seu amor por vocês, confiem n’Ele, respondam a Seu convite a ser discípulos, encontrem alimento e ajuda espiritual nos sacramentos da Igreja”, disse aos jovens.

A voz dos jovens

O pontífice chegou pelo mar no catamarã “São Paulo”, acompanhado por uma delegação de jovens. A embarcação entrou no porto escoltada por uma frota de pequenos barcos típicos das ilhas maltesas.

Após a leitura evangélica da passagem do jovem rico (Mc 10, 17-22), intervieram sete jovens, que pediram ao Papa conselho sobre como viver ante situações atuais difíceis.

Eles perguntaram sobre o desejo de “buscar e viver a verdade”, sobre a marginalização juvenil, a vocação conjugal e sobre a vida religiosa.

A força do amor

Em sua intervenção, o Papa quis recordar aos presentes a vida de São Paulo, de quem neste ano se celebra o 1950° aniversário do naufrágio no arquipélago maltês.

“Em uma época, ele era inimigo da Igreja e fez de tudo para destruí-la –observou. Enquanto estava de viagem para Damasco, com a intenção de eliminar cada cristão que encontrasse, o Senhor lhe apareceu em uma visão”.

“Toda sua vida se transformou. Converteu-se em um discípulo, até ser um grande apóstolo e missionário”.

“Cada encontro pessoal com Jesus é uma grande experiência de amor”, disse o Papa. “Deus nos ama a cada um, com uma profundidade e uma intensidade que não podemos sequer imaginar. Ele nos conhece intimamente, conhece cada uma de nossas capacidades e cada um de nossos erros”.

“Posto que nos ama tanto, deseja purificar-nos de nossas falhas e fortalecer nossas virtudes de maneira que possamos ter vida em abundância. Ainda que nos chame a atenção quando há algo em nossa vida que lhe desagrada, não nos rejeita, mas nos pede para mudar e ser mais perfeitos”.

Por isso, exortou, “aos que desejam seguir a Cristo, como esposos, padres, sacerdotes, religiosos ou fieis leigos que levam a mensagem do Evangelho ao mundo, digo: não tenham medo”.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Catholic Church: builder of civilization #5

Quinto episódio: O Sistema Universitário: A Igreja Católica tem sido há muito defensora do conhecimento e da ciência.

Quantos mitos sobre a Igreja já te contaram? Em quantos deles você creu?
Quebre paradigmas... assista esta série, que apresenta a colaboração da Igreja Católica para a construção da civilização ocidental.

Primeiro episódio
Segundo episódio
Terceiro episódio
Quarto episódio



Igreja-Informação versus campanha


[Amigos,

A pedido do Pe. Vitor Feller, coordenador Arquidiocesano de Pastoral, estamos repassando um texto sobre a recente investida dos meios de comunicação contra a Igreja Católica e contra o Papa.

Acredito ser importante cada um de nós, coordenadores, líderes junto a juventude, estarmos informados, sabendo que debate é esse e principlamente, o que está escondido por trás dessas notícias. Não queremos impunidade e nem acobertar padres que tenham errado, pelo contrário, queremos que sejam julgados pelos seus atos. Mas, temos que ser defensores da nossa Igreja, principalmente quando descobrirmos que os números são menores do que dizem e que usam disso para desmoralizar a Igreja.

Sugiro que leiam o texto abaixo, para conhecimento e para se por acaso o debate chegar aos nossos grupos de jovens. Destaquei alguns dados para facilitar nossa leitura.

Att,
Guilherme Pontes
Pastoral da Juventude
Arquidiocese de Florianópolis]

************

Igreja-Informação versus campanha
Matéria do jornal O Estado de S. Paulo de 05 de abril de 2010
Artigo de Carlos Alberto Di Franco.


A imprensa brasileira tem noticiado a respeito da crise que fustiga a Igreja Católica com razoável serenidade e equilíbrio. Os casos de abuso sexual protagonizados por clérigos são, de fato, matéria jornalística inescapável. O que me impressiona, e muito, é a perda do sentido informativo e o inequívoco tom de campanha assumido por alguns jornais norte-americanos.

Infelizmente, os casos reais de abuso sexual, ocorridos nas últimas décadas, mesmo que tenham sido menos numerosos do que fazem supor certas reportagens, são inescusáveis. Nada pode justificar nem atenuar crimes abomináveis como o estupro e a pedofilia. Um só caso de pedofilia, praticado na Igreja Católica por um padre, um religioso ou uma religiosa, é sempre demais, é inqualificável.

Mas jornalismo não pode ser campanha. Devemos, sem engajamentos ou editorialização da notícia, trabalhar com fatos. Só isso nos engrandece. Só isso dá ao nosso ofício credibilidade e prestígio social. Pois bem, amigo leitor, vamos aos fatos.

O Vaticano recebeu 3 mil denúncias de abuso sexual praticado por sacerdotes nos últimos 50 anos. Segundo monsenhor Scicluna, chefe da comissão da Santa Sé para apuração dos delitos, 60% dos casos estão relacionados com práticas homossexuais, 30% com relações heterossexuais e 10% dos casos podem ser enquadrados como crimes de pedofilia. Os números reais de casos de pedofilia na Igreja são, portanto, muito menores.

Os abusos têm sido marcadamente de caráter homossexual e refletem um grave problema de idoneidade para o exercício do sacerdócio. Afinal, uma instituição que há séculos defende o celibato sacerdotal tem o direito de estabelecer os seus critérios de idoneidade, o seu manual de instruções para a seleção de candidatos. Quem entra sabe a que veio. É tudo muito transparente. Quem assume o compromisso o faz livremente. O que não dá, por óbvio, é para ficar com um pé em cada canoa. E foi exatamente isso o que aconteceu. A Igreja está enfrentando as consequências de anos e anos de descuido, covardia e negligência dos bispos na seleção e formação do clero.

Philip Jenkins, um especialista não católico de grande prestígio, publicou o estudo mais sério sobre a crise. Pedophiles and Priests: Anatomy of a Contemporary Crisis (Oxford, 214 págs.) é o mais exaustivo estudo sobre os escândalos sexuais que sacudiram a Igreja Católica nos Estados Unidos durante a década de 1990. Segundo Jenkins, mais de 90% dos padres católicos envolvidos com abusos sexuais são homossexuais. O problema, portanto, não foi ocasionado pelo celibato, mas por notável tolerância com o homossexualismo, sobretudo nos seminários dos anos 70, quando foram ordenados os predadores sexuais que sacudiram a credibilidade da Igreja.

O autor não nega o óbvio: que existiram graves desvios; e, mais, que os bispos fracassaram no combate aos delitos. Jenkins, no entanto, mostra como os crimes foram amplificados com o objetivo de desacreditar a Igreja. A análise isenta dos números confirma essa percepção. Na Alemanha, por exemplo, existiram, desde 1995, 210 mil denúncias de abusos. Dessas 210 mil, 300 estavam ligadas a padres católicos, menos de 0,2%. Por que só as 300 denúncias contra a Igreja repercutem? E as outras 209 mil denúncias? Trata-se, sem dúvida, de um escândalo seletivo.

As interpretações e as manchetes, em tom de campanha, não batem com o rigor dos fatos. Vamos a um exemplo local. Reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo, de 18/5/2009, página C4, abria com o seguinte título: Triplica o número de vítimas de abuso atendidas nas zonas sul e leste. E acrescentava ao título: Desde outubro, a média de novos casos passou de dez por mês para um por dia. Mesmo que o estudo se cinja às zonas leste e sul da cidade de São Paulo, por somarem milhões de habitantes, não deixa de ser uma amostra muito expressiva.

Trata-se de uma pesquisa realizada por várias ONGs de provada seriedade. Aponta como "novidade desconcertante" o fato de que "pais biológicos são a maioria entre agressores e, agora, avós também começam a aparecer neste grupo". No elenco da Rede Criança de Combate à Violência Doméstica, todos ou a quase totalidade dos agressores sexuais são casados. Por que então o empenho em fazer crer que os principais protagonistas de abusos sexuais são padres, e em atribuir a causa dos crimes ao seu compromisso celibatário?

Tentou-se, recentemente, atingir o próprio papa. Como lembrou John Allen, conhecido vaticanista e autor do livro The Rise of Benedict XVI, em recente artigo no The New York Times, o papa fez da punição aos casos de abuso uma prioridade de seu pontificado. "Um de seus primeiros atos foi submeter à disciplina dois clérigos importantes contra os quais pesavam denúncias de abuso sexual há décadas, mas que tinham sido protegidos em níveis bastante altos. Ele também foi o primeiro papa da história que tratou abertamente da crise." Bento XVI tem sido, de fato, firme e contundente.

Em recente carta ao Corriere della Sera, o senador italiano Marcello Pera, um laico no mais genuíno sentido italiano da palavra, assumiu a defesa do papa e foi ao cerne da polêmica. "Desencadeou-se uma guerra. Não propriamente contra a pessoa do papa, pois seria inviável. Bento XVI tornou-se invulnerável por sua imagem, sua serenidade, sua clareza e firmeza." A guerra continuará, "entre outras razões, porque um papa como Bento XVI, que sorri, mas não retrocede um milímetro, alimenta o embate".

Precisamos informar com o rigor dos fatos. Mas devemos, sobretudo, entender o que se esconde por trás de algumas manchetes e de certas interpretações.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Lembrete


Não esqueça! Amanhã acontecerá o grande bingo do @gobranova.
Não perca. Tem muitos prêmios esperando por você.
Compre já suas cartelas (apenas R$4).

Rua Dr. Pedro Rangel, 154 - São João - Itajaí - SC
Às 20h30



Nos vemos por lá. ;)

Papa ensina três valores aos jovens


in Notícias Canção Nova

O Papa Bento XVI encontrou-se, dia 07 de setembro de 2008, com jovens da ilha da Sardenha em uma das atividades de sua Visita Apostólica à cidade, onde afirmou que eles são "o futuro cheio de esperança na região" e propôs três valores, já ensinados por João Paulo II, mas, segundo ele, muito atuais.

"Eu conheço o seu entusiasmo, o desejo nutrido em vocês e o empenho colocado para realizá-lo, e não ignoro as dificuldades e os problemas que vocês encontram", como "o flagelo do desemprego e da precariedade de trabalho que põe em perigo os seus projetos, (...) a emigração e o êxodo das forças mais jovens e decididas, com a conseqüente perda de raízes que, por vezes, traz consigo danos psicológicos e morais, antes que sociais".

E continuou: "O que dizer o fato de que, na sociedade atual de consumo, os lucros e o sucesso tornaram-se novos ídolos, ante os quais se prostam tantos? Assim, as pessoas se sentem levadas a dar valor apenas àqueles que, como se costuma dizer, 'têm feito fortuna' ou são 'famosos' e não àqueles que tem de lutar com a vida laboriosamente todos os dias".

"Corre-se o risco de ser superficial, de seguir atalhos perigosos na busca do sucesso, buscando na vida experiências que dão satisfações imediatas, mas por si só são pobres e enganadoras. Cresce a tendência ao individualismo e quando alguém se concentra apenas em si mesmo, torna-se frágil, falta a paciência para ouvir, algo essencial para compreender os outros e trabalhar juntos", alertou o Santo Padre.


Os três valores

Bento XVI voltou a propor os três valores reafirmados por João Paulo II durante sua visita à Sardenha, 23 anos atrás, que continuam a ser "indicações atuais ainda hoje".

O primeiro é "o valor da família que temos que guardar como um patrimônio sagrado e antigo". (...) No passado, a sociedade tradicional ajudava mais a formar e conservar uma família. (...) Hoje, se admitem outras formas de coabitação e, por vezes, utiliza-se o termo família para uniões que, na realidade, não são famílias".

"Reassumam queridos jovens o valor da família", exortou o Santo Padre, "amada não só por tradição, mas por uma decisão consciente e madura", e recordou que o Concílio Vaticano II chamou à família "pequena Igreja, porque o matrimônio é um sacramento, é dizer, um sinal santo e eficaz do amor que Deus nos dá em Cristo através da Igreja".

O segundo valor é a formação "intelectual e moral". O Papa afirmou que "a crise de uma sociedade começa quando não se sabe transmitir a sua herança cultural e de valores essenciais para novas gerações. Não me refiro apenas ao sistema escolar. A questão é mais ampla. (...) Jesus disse: "A Verdade vos libertará" (Jo 8,32). O niilismo moderno prega o contrário, dizendo, a liberdade vos fará verdadeiros. Inclusive alguns defendem que não existe nenhuma verdade, abrindo assim o caminho do esvaziamento dos conceitos do bem e do mal, até chegar com que estes sejam intercambiáveis".

"A fé sincera e profunda" é o terceiro valor. "Quando se perde o sentido da presença e da realidade de Deus tudo é achatado e reduzido a uma única dimensão, (...) tudo permanece no material. (...) Desaparece o mistério de tudo o que existe: as coisas e as pessoas interessam na medida em que satisfazem nossos interesses e, não por si mesmas. Isto constitui um valor cultural que se respira desde o nascimento e que produz efeitos interiores permanentes", explicou.

"Fé, neste sentido, antes de ser uma crença religiosa, é uma forma de ver a realidade, uma forma de pensar, uma sensibilidade interior que enriquece os seres humanos como tal. (...) Estar com Jesus, conviver como com um amigo, no Evangelho e nos Sacramentos, é aprender de forma nova o que muitas vezes a sociedade não pode dar: o sentido religioso".


Verdadeira liberdade

"Oxalá todos e cada um de vocês descubram a Deus como sentido e fundamento de toda criatura, luz da verdade, chama de caridade, vínculo de unidade", finalizou.

"Então, vocês não terão medo de perder sua liberdade, porque a viverão em plenitude, entregando-a por amor. Não estareis apegados aos bens materiais, porque sentireis a alegria de compartilhar. Não estarão tristes da tristeza do mundo, mas sentirão pesar pelo mal e alegria pelo bem, especialmente pela misericórdia e o perdão. ( ...) Se vocês descobrirem Deus no rosto de Cristo já não pensarão na Igreja como uma instituição externa a você, mas como sua família espiritual."

Catholic Church: builder of civilization #4

Quarto episódio: O caso Galileu: Uma leitura crítica do caso

Quantos mitos sobre a Igreja já te contaram? Em quantos deles você creu?
Quebre paradigmas... assista esta série, que apresenta a colaboração da Igreja Católica para a construção da civilização ocidental.

Primeiro episódio
Segundo episódio
Terceiro episódio



quarta-feira, 7 de abril de 2010

Quando se confunde a árvore com a floresta…

Muitas das notícias que nos chegam, no seu afã de propaganda ideológica encapotada, contêm o erro fundamental de confundir a árvore com a floresta… sobretudo quando o objectivo é denegrir. Ou seja, a partir de um caso isolado, de preferência de contornos escabrosos, generaliza-se de forma a induzir o leitor a pensar que todo o conjunto é da mesma natureza. Tal generalização obviamente tem conotações ideológicas e obedece a uma agenda política que visa desconstruir a Sociedade Tradicional e todas as suas instituições seculares para impor uma Nova Ordem Mundial à feição dos sinistros interesses da Oligarquia Internacional, a mesma que manobra os mercados financeiros e através destes, controla em grande parte a Economia Planetária.

Leia o texto na íntegra!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Dilvuguem o Ano Internacional da Juventude, pede bispo




O bispo referencial do Setor Juventude da CNBB, Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb, divulgou carta em que pede divulgação da notícia de que a ONU estabeleceu 2010 como Ano Internacional da Juventude. O bispo acredita que a motivação fortalece o trabalho de evangelização da juventude e reforça a Campanha Nacional contra a violência e o extermínio de jovens.

"Eles [os jovens] necessitam perceber que os amamos de fato e que a Igreja – como mãe – está pronta para um melhor entendimento mútuo em vista dos valores humanos, fortalecimento das comunidades, melhoria da sociedade", destaca.


Confira a carta, na íntegra:

Novo ano, novos projetos, gente nova...
e a bonita novidade da juventude em nosso meio.
Que bom! Que graça de Deus!

A ONU determinou este ano o Ano Internacional da Juventude. Não é interessante? Sem uma maior atenção à vida dos jovens e valorização dos próprios jovens consigo mesmo não há sociedade – nem Igreja! – que cresça.

O tema deste Ano Internacional é ‘Diálogo e entendimento mútuo’ e o objetivo é estimular a unidade das gerações em vista da defesa de grandes ideais como: paz, direitos humanos, liberdade, solidariedade. Segundo a ONU, há uma grande intenção de motivar os jovens para o progresso mundial no combate da pobreza extrema, da fome, da mortalidade materna e infantil, da falta de acesso à educação e à saúde.

“Vários eventos internacionais devem acontecer em agosto, incluindo o 5º Congresso Mundial da Juventude em Istambul, uma conferência global no México e os Jogos Olímpicos da Juventude em Cingapura.” (www.onu-brasil.org.br)

Vamos divulgar esta boa notícia e aproveitar da ocasião para incrementar nossa opção pela juventude, provocar mais diálogo no meio dos jovens, melhorar as relações afetivas com eles, promover o Setor Juventude, apoiar a Campanha Nacional contra a violência e o extermínio de jovens, etc. Eles necessitam perceber que os amamos de fato e que a Igreja – como mãe – está pronta para um melhor entendimento mútuo em vista dos valores humanos, fortalecimento das comunidades, melhoria da sociedade.

Potencializemos o trabalho junto aos jovens, estabeleçamos laços de amizade e sejamos criativos na evangelização junto a eles. Pode ter a certeza de que o ganho será para todos! Usemos dos meios de comunicação e das diversas oportunidades para a divulgação desta oportuna decisão da ONU.

Campo Grande, 10 de fevereiro de 2010.
Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb

Bispo Auxiliar de Campo Grande, MS
Referencial do Setor Juventude da CNBB

domingo, 4 de abril de 2010

"Catholic Church: builder of civilization" #3

Terceiro episódio: Padres como pioneiros da ciência: Os principais pioneiros da astronomia, geologia e sismologia foram padres católicos

Quantos mitos sobre a Igreja já te contaram? Em quantos deles você creu?
Quebre paradigmas... assista esta série, que apresenta a colaboração da Igreja Católica para a construção da civilização ocidental.

Primeiro episódio
Segundo episódio



sábado, 3 de abril de 2010

Ano Interncional da Juventude


Assembleia Geral da ONU pediu apoio local e internacional para celebrar o evento; objetivo é encorajar o diálogo e compreensão entre gerações e promover os ideais de paz, respeito pelos direitos humanos, liberdade e solidariedade.

por Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York

Diálogo e entendimento mútuo. Esse é o tema estabelecido pelas Nações Unidas para o Ano Internacional da Juventude, que começa oficialmente em 12 de agosto de 2010.

A Assembleia Geral da ONU pediu o apoio local e internacional de governos, sociedade civil, indivíduos e comunidades ao redor do mundo para celebrar o evento.


Gerações

O objetivo é encorajar o diálogo e compreensão entre gerações e promover os ideais de paz, respeito pelos direitos humanos, liberdade e solidariedade.

Segundo a ONU, o Ano Internacional da Juventude também deve servir para estimular jovens na promoção de progresso, com ênfase nas Metas de Desenvolvimento do Milênio.

As Metas incluem a redução de uma série de males sociais até 2015, como a extrema pobreza, a fome, a mortalidade materna e infantil, a falta de acesso à educação e cuidados de saúde.

Vários eventos internacionais devem acontecer em agosto, incluindo o 5º Congresso Mundial da Juventude em Istambul, uma conferência global no México e os Jogos Olímpicos da Juventude em Cingapura.

Copa Arquidiocesana de Futebol Sub-18

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Mensagem de Páscoa dos bispos cristãos da Terra Santa


JERUSALÉM, quinta-feira, 1º de abril de 2010 (ZENIT.org).- [...]

Aleluia! Cristo ressuscitou. Verdadeiramente ressuscitou. Aleluia!

Nós, Chefes das Igrejas da Terra Santa, compartilhamos com vocês a Boa Nova da vida de nossa Igreja local cristã, como um só corpo em Cristo que vive a fé na ressurreição todos os dias. Nossa mensagem para vocês, de perto ou de longe, é de esperança, ânimo e perseverança. Sabemos das lutas que muitos cristãos enfrentam, tanto aqui na Terra Santa como em outras partes do mundo.

Conhecemos o poder do desespero. Conhecemos o poder do mal. Conhecemos o poder dos “principados e potestades” deste mundo, que promovem agendas de divisão e de opressão que causam graves prejuízos ao povo de Deus e a toda a Criação de Deus. Nós, assim como vocês, conhecemos o poder do pecado e da morte.

Também conhecemos o poder da Ressurreição. Sabemos o poder de Deus para extrair esperança do desespero. Conhecemos o poder de Deus em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador, para utilizar o perdão e o amor para vencer o mal.

Conhecemos o poder de Deus em Cristo para lidar com esses mesmos “principados e potestades”, para promover a fé, o respeito mútuo, a compaixão e a coragem para dizer a verdade em benefício de todo o povo de Deus. Conhecemos o poder do perdão dos pecados para redimir as relações entre as famílias e entre a família que são as nações. Conhecemos o poder do dom da vida eterna para todos os que creem.

Os cristãos, em todas as gerações, enfrentam muitos desafios. Nossa geração atual não é diferente das que passaram. Nós, assim como vocês, temos grandes responsabilidades e muitos obstáculos. A Igreja cristã está enfrentando as lutas aqui neste terra e ainda assim seguimos cheios de esperança do que somos, ao mesmo tempo a Igreja do Calvário e a Igreja da Ressurreição. Nossa fé não está no poder da morte, sim no poder da vida sacrificial de Cristo.

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Que o Deus único e vivente: Pai, Filho e Espírito Santo, os preserve e guarde, agora e sempre. Amém.

Aleluia! Cristo ressuscitou. Verdadeiramente ressuscitou. Aleluia!

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