2012 começou e você 'tá' perdido? O GON te ajuda...

Com Jesus nunca vai faltar estepe quando os pneus furarem na estrada da sua vida. ;)

Simplesmente perdoar

Nos afastamos de Deus. Sim por que a falta de perdão é falta de amor. Logo, falta de amor é falta de Deus. Com Deus longe deixamos espaço para o "orgulhoso" agir.

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sábado, 13 de outubro de 2012

Ano da Fé III


x cultura atual

Explicação do padre José Honório
Padre José Honório destacou que a  hoje passa por uma crise e, até mesmo, uma descrença. Ele foi enfático ao dizer que a fé deve ocupar um lugar de destaque pelo fato de ser adquirida por meio de alguém que fala, sobretudo, através de testemunhos. O vigário acredita que a autêntica vivência da fé e o verdadeiro apostolado da missão devem ser despertados nos irmãos. Para que isso aconteça, a comunidade deve fazer com que a voz do Papa seja também a voz do Cristo e a sua própria voz.
O padre complementou citando as formas como os cristãos manifestam sua fé nos dias de hoje: leituras bíblicas, orações, sacramentos e prática. Esta última, de acordo com o sacerdote, trata-se de uma obra social que não é simplesmente caritativa, mas que proporciona ao cristão ver, num irmão que sofre, o próprio Cristo dando a oportunidade para o crescimento e a maturidade na fé.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Ano da Fé II


Fé: mistério incompreensível?

Explicação do padre José Honório
Com caráter abstrato, algumas pessoas encaram a como algo incompreensível, que permanece apenas no campo da sensibilidade. O padre José Honório, porém, desmistificou esse pensamento.
“Fé não significa que a gente não possa entender. O mistério ‘fidei’ é inteligível, porém ele não se esgota numa simples explicação ou num simples dogma. Ele sempre se revela novo, aberto aos desafios de hoje em que o ser humano, o cristão é chamado a viver. Estar no mundo e, a partir da sua fé, transformar as realidades de morte em esperança e salvação”, explicou.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Prepare-se para o Ano da Fé. Começa hoje!

Padre da Canção Nova esclarece proposta de Bento XVI.



O mistério ‘fidei’ é inteligível, porém ele não se esgota numa simples explicação ou num  simples dogma', diz padre José Honório
Em meio às incertezas trazidas pela cultura pós-moderna, os católicos terão a oportunidade de refletir sobre suas crenças e convicções religiosas. O Papa Bento XVI instituiu o Ano da Fé, de outubro de 2012 a outubro de 2013, ocasião que deve incitar o redescobrimento da fé católica. Em uma paróquia de Montes Claros [MG], uma escola de formação foi criada para esclarecer e preparar os fiéis para este Ano.

A proposta do Papa é que todo cristão tenha a sua convicção e a sua identidade na fé católica. Diante desse pedido do Santo Padre, o vigário geral da Catedral Metropolitana de Montes Claros [MG], padre José Honório de Andrade, ressaltou um aspecto da personalidade de Bento XVI que ele considera interessante.
O Papa é um homem audacioso. Num mundo pós-moderno, em que existem várias crises, a crise de identidade, ele nos propõe uma reflexão sobre a fé. É uma riqueza que o Santo Padre, o Papa, concede a todos nós no Brasil e no mundo, exaltou.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Dia da preguiça é todo dia?


Férias, em qualquer época do ano, é sinônimo de descanso, de tempo livre; de curtir com a família; sair com os amigos, rever muitos deles. Meditar, refletir. Viver coisas boas. E se dedicar à nossa vida em Deus. Mais tempo para servir e se entregar a Jesus. Isso é fundamental e inquestionável.

Janeiro, fevereiro, verão e a maioria das pessoas está de férias da escola, faculdade e uns mais privilegiados de férias do trabalho. Época de férias é muito boa, pois temos tempo de fazer muita coisa que não conseguimos fazer durante o ano. Assistir televisão até tarde, ler, ficar acordado até mais tarde sem se preocupar. Dormir sem ter hora pra acordar. Desprogramar o despertador, porque é muito importante que o despertador entre de férias também. (risos)

Maravilha, praia quase todo dia. Sol, agito e badalação. Opa! Mas que badalação é essa? Jesus no Litoral? Jesus na Ilha? Luau do grupo de jovens? Se for, você está no caminho certo. Não que uma praia com os amigos ou uma happy hour a noite e uma série de outros programas das férias, como trilhas, passeios, shows, viagens, não seja bom. Só não podemos perder tempo com coisas que arrisquem nossa integridade moral e física. Nada que nos afaste de Deus ou que seja contrário ao que ele ensina. Deus não entra de férias da gente, então, nada mais justo do que demonstrarmos nossa gratidão não tirando férias dEle nesse verão. Deixemos a preguiça na gaveta.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Meu Deus, Meu Adorado...



Hoje, infelizmente algumas pessoas perderam a noção do que é Jesus no Sacramento da Eucaristia. Muitos não entendem que por detrás daquele fino e breve véu "esconde-se" o todo poderoso. O mesmo Deus da criação, o mesmo Deus que abriu o mar, o Deus da cruz, o Deus da vitória sobre a cruz. Se percebêssemos o quão valioso é esse mistério e esse presente que o próprio Jesus nos deu com certeza não viveríamos loucos por causa de problemas ou entorpecidos por causa do "mundo". 

Nunca ficaríamos sem caminho ou desnorteados, pois podemos tocar Naquele que abre todas as portas. Podemos ver o nosso Norte, não só presente, mas realmente contido naquele pão e naquele vinho. Enquanto ficamos em desespero nos sacrificando por problemas. Jesus se dá a cada dia e se sacrifica no altar para nos dar a vitória.

Quando vemos Jesus no Sacramento da Eucaristia podemos ver a glória do céu em meio à nós. Poder presenciar o ato de todos os anjos prostrarem-se diante do altar para adorar o Rei dos Reis. Quando comungamos seu corpo e seu sangue podemos sentir simultâneamente Deus a nos "comungar" e nos envolver em sua glória lavando e transformando nossa alma. Tudo isso em um breve momento. Tudo isso na alma daqueles que amam verdadeiramente Jesus Eucarístico o Pão do Céu.

Que adoremos Jesus em Espírito e em Verdade. Em Seu Corpo e em Seu Sangue. Nos Sacrários e nos altares de todo o mundo.

Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos Perdão! Pelos que não Creem, não adoram, não esperam e não Vos Amam.

Amém
Paz e Bem!

por : Daniel Erick - Comunidade Aliança de Paz


domingo, 25 de setembro de 2011

Por que ser católico?!


[...] Vejo pessoas magoadas e feridas criticando o catolicismo. Às vezes, sem amor algum. Padres e freiras se queixando da sua Igreja. Gente irada, ressentida, porque seu lado e sua pastoral perderam. Vejo o triunfalismo de um lado e a desesperança de outro. Seminaristas que vão embora porque não acreditam neste modelo de Igreja. Padres que saíram, claramente, em desencanto com o modelo de Igreja que venceu na sua diocese ou congregação religiosa.

Leigos desencantados mudando de religião ou abandonando tudo ou por excesso de política ou por falta de política, ou por excesso de presença ou falta de presença, ou por excesso de doutrinação ou falta de doutrina, ou por excesso de idéias e falta de ações concretas.

Eu fico. Porque creio. Porque sei que isso vai passar. E eu vou passar também.

Quando era pequeno escolheram para mim uma Igreja, porque me amavam. Agora eu escolho e fico porque amo. Gosto de minha Igreja e é nela que desejo viver e morrer. Santa e pecadora como é. Acho que ela tem doutrina e riqueza espiritual suficiente para me ajudar. Por isso não mudo. Não estou procurando uma religião perfeita. Estou procurando uma religião que responda o que sabe e quando não sabe admita que não sabe.

Ultimamente a Igreja Católica não está sabendo muita coisa... Isso é delicioso! Faço parte de uma religião que admite que perdeu muito nos últimos anos e aceita reaprender. É a minha Igreja! Católica, Apostólica e Romana. Eu fico! Sereno e feliz, porque acho que vale a pena.

Que tal refletirmos esse texto de Padre Zezinho hoje e começarmos a pensar sobre o amor que a gente deve ter pela nossa Igreja, pela nossa Doutrina? Aproveitamos para deixar o vídeo abaixo ("Nós somos católicos!") pra te ajudar nessa reflexão! Nós do GON acreditamos no catolicismo esclarecido e bem vivido.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Balada não é pecado... saiba curtir!


O pecado não está na balada que participamos e sim nas atitudes das pessoas, podemos pecar até mesmo dentro da igreja, como podemos estar num point à noite e não cometermos pecado algum, o que precisamos saber é que devemos ter responsabilidade em todas as nossas atitudes. Não podemos deixar de ir à igreja, buscar o encontro com Deus, para ir à farra o tempo todo, mas por outro lado podemos muito bem conciliar nossas atividades dentro da igreja com a diversão responsável que queremos ter.

Por exemplo, sou coordenador de pastoral, e de sábado vou ao grupo de jovens, depois me reúno com os amigos e vou curtir alguma balada, pode ser por exemplo um barzinho que gosto que rola show de rock, vou lá com eles, trocamos algumas idéias, conhecemos novas pessoas, curtimos o som, fico lá até umas duas da manhã e volto pra casa. Aí eu pergunto: Onde está o pecado nisso?

Pelo contrário, indo a esses lugares conheço pessoas que estão desorientadas, e posso até servir ao Senhor, procurando conversar com elas, fazer amizade, e mostrar pra ela que buscar uma proximidade maior com Deus é muito bom e inclusive eu terei um fator muito importante para me auxiliar, que é o fato que ela já tem uma certa simpatia por mim, afinal aparentemente gosto das mesmas coisas e lugares.

Live it Up - Group 1 Crew

É preciso, ir além, afinal, de que adianta ficarmos de forma simplória evangelizando evangelizados dentro da igreja somente? Não é melhor levar a palavra de Deus aos que não a conhecem? O próprio Jesus não disse que quem precisa de remédio é o enfermo?

Então vamos lá, vamos parar de olhar com crítica aqueles que agem de forma diferente da nossa, e achar que porque fazem coisas do mundo estão pecando, pois não é bem assim.

Vivemos no mundo, mas não somos do mundo, mas podemos usar o mundo de forma consciente, afinal Deus criou o mundo para nós, seus filhos, o problema é que muitas vezes, nós na nossa fragilidade o estragamos.

Vamos à Luta! Evangelizar não é somente ficar de joelho dobrado dentro da igreja, afinal de nada adianta uma fé sem obra, precisamos nos mexer e agir. Atitudes muitas vezes valem mais do que oração. Pense nisso, e descubra uma forma melhor de viver.

Agora queremos saber a sua opinião sobre esse artigo de Gregório Martinez. Vote aí!

terça-feira, 19 de julho de 2011

Os Pecados Capitais



Quem acompanha a gente pelo Facebook (add aí) deve ter percebido que hoje compartilhamos um link que fala sobre a prática das Virtudes Capitais. Foi pensando nisso que recolhemos mais um texto do maravilhoso site Bem da Hora que mostra o que essas virtudes combatem: Os Pecados Capitais.

Os Pecados Capitais ou Doenças Espirituais são aqueles que dão origem a todos os outros pecados. Todos os pecados que cometemos são sempre uma variação de um dos pecados capitais, ou ainda, uma combinação de mais de um pecado capital. Aqui estão explicados de forma simples cada um deles e tem as passagens bíblicas que vão te ajudar a entender melhor:

Soberba ou Orgulho
Quando nos achamos melhor que todo mundo, não respeitando o próximo e passando por cima de tudo e de todos. Você se torna o seu próprio Deus pois a glória de tudo o que você faz sempre vai para você mesmo.(Eclesisástico 10,15; Romanos 3,27; Gálatas 6,4; Mateus 18,3)

Luxúria
Apego aos prazeres sexuais. Sua vida passa a girar em torno do sexo. Se você vê um homem/mulher já pensa em sexo. Como exemplo da luxúria podemos citar: o adultério (traição) e a fornicação (sexo fora do casamento), cobiçar a mulher/homem do próximo, a masturbação, o homossexualismo e lesbianismo, a zoofilia (sexo com animais). (2Pedro 2,13; Levítico 18, 20.22; Êxodo 20,17; Mateus 5,27; 1Coríntios 6,15; Gênesis 38,9-10)

Avareza
É o amor ao dinheiro. O dinheiro passa a ser tudo para você e você acredita que com o dinheiro pode fazer tudo e comprar tudo, inclusive as pessoas. Seu deus se torna o dinheiro. (Mt 6,24; 1Timóteo 6,10; Marcos 10,21-22; João 12,5-6)


Inveja
Quando queremos ter algo igual só porque o outro tem, é o famoso “olho gordo”. Não consigo em alegrar com as vitórias e conquistas do outro (Sabedoria 2,24; Gênesis 4,1-16; Mateus 10,42-43; 20,1-16; Gênesis 37,4; 1Samuel 18,6-16)

Ira
Quando brigamos a toda hora e com qualquer pessoa mesmo sem ter motivo. Quando guardamos mágoa ou rancor por alguém e não perdoamos como Jesus nos manda. (Mt 5,22; 21,12; 23,27)]

Gula
Quando comemos até não agüentar mais, chegando até mesmo a passar mal. Quando já saciamos nossa fome mas comemos o bife do outro deixando-o sem comida. (Filipenses 3,19; Isaías 5,11)

Preguiça
Quando temos todo tempo do mundo a nossa disposição e mesmo assim deixamos de fazer as boas coisas em função de Deus e do próximo. (Eclesiástico 33,28-29; Provérbios 24,30-31; Ezequiel 16,49; Mt 20,6)

Tomemos todo cuidado com esses pecados que nos rondam o tempo todo e que acabam nos afastando de Deus, da nossa liberdade e da verdadeira felicidade. E sempre lembremos que: o Pecado nos tira do alvo!

quinta-feira, 17 de março de 2011

As cinco fases da vida nova


por Dunga

“De agora em diante, pois, já não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Jesus Cristo. A lei do Espírito de Vida me libertou, em Jesus Cristo, da lei do pecado e da morte.” (Rm 8, 1-2)

Deus não o condena. Por tantas coisas que Ele já fez por você, agora já não há condenação para os que estão no Cristo Jesus. Existe salvação, perdão, reconciliação, vida nova, tempo novo. A partir de agora, você pode experimentar a vida nova.

Meu irmão, convença-se disso, porque o mundo nos prega muitas mentiras. Ela (mentira) aparece na vida do ser humano 250 vezes por dia, segundo uma séria pesquisa. A mentira faz parte do nosso dia-a-dia e vai nos dizendo que a nossa vida "não tem jeito". Mas Deus, ao contrário, nos diz que não há condenação para os que estão em Cristo.

A lei do pecado é a morte. Muitos de nós já experimentaram essa lei na morte do casamento, na morte dos sonhos, no término de um relacionamento, na infidelidade; mas, agora, “por tanto” [tanta beleza que Deus realizou na sua vida], a lei de Jesus o libertou dessa lei do pecado. Isso é uma novidade para nós!

O Espírito já o libertou para a vida nova em Cristo. Para ela acontecer, você precisa romper com a vida velha, porque ela o prende nos sentimentos. A salvação já foi dada, você já conhece essa história dos 2 mil anos do Cristianismo, mas o que precisamos fazer agora é assumir essa verdade. Precisamos que você volte para a sua casa convencido disso e realize o impossível junto à sua família.

Deus tomou forma humana e assumiu a nossa condição. Você não precisa apanhar da vida, porque Jesus já apanhou por nós. Era impossível alguém apanhar tanto, estar tão sucumbido sob o peso dos pecados do mundo inteiro. A lei do Espírito Santo de Deus nos libertou das lágrimas, da tristeza, dos vícios. “Deus vê o coração, ele sonda com compaixão, sabe o tamanho da sua dor”.

Vocês está preparado para a vida nova? Agora, neste momento, já não há condenação para os que estão no Cristo Jesus.

“Os que vivem segundo a carne gostam do que é carnal; os que vivem segundo o espírito apreciam as coisas que são do espírito. 6.Ora, a aspiração da carne é a morte, enquanto a aspiração do espírito é a vida e a paz.” (Rm 5-6)

Um filho que olha para o pai e para mãe e cumpre os mandamentos; isso é espiritual. A fidelidade no casamento, a amizade, isso é espiritual; porque, outrora, tínhamos amigos para combinar data e hora do pecado, para ir juntos comprar drogas.

Eu tinha amigos que, junto comigo, estavam sob a lei do pecado. Mas agora é vida nova. Você vai voltar para essa família, para esse amigo e inaugurar um novo tempo na sua vida.

Com a vida nova em Cristo, você cristão vai começar a viver 5 novas fases que vão acompanhá-lo a partir de hoje:

1ª fase: Você será zombado pelos mais próximos de você;
2ª fase: Você passará a ser respeitado;
3ª fase: Você será considerado, as pessoas vão pedir a sua opinião;
4ª fase: Você será admirado;
5ª fase: Você será uma referência.

Para mim, meus pais eram a minha referência e foram eles que me tiraram das drogas. Se há alguém perdido na sua casa, você é a solução, porque Jesus está contigo. Pela lei do Espírito, você é capaz de viver uma vida nova.

sábado, 5 de março de 2011

O brilho ilusório da novidade

por Thomas Merton

Na moderna sociedade tecnológica, tornamo-nos insensíveis e desiludidos. Aprendemos a suspeitar do que se apresenta como novo, a duvidar da ‘última novidade’ em tudo. O novo atrai-nos instintivamente, mas nele só vemos a mesma velha impostura. O brilho ilusório da novidade, a pretensa criatividade de uma sociedade na qual a juventude é comercializada e os jovens são velhos antes dos vinte enche alguns corações de profundo desespero. Parece não haver meio de encontrar mudança real alguma. ‘Quanto mais as coisas mudam’, diz um provérbio francês, ‘mais são as mesmas’.

Entretanto, no mais profundo de nosso ser, ainda ouvimos a voz insistente que nos diz: ‘Você precisa renascer.’

Há em nós um instinto de novidade, de renovação, de liberação do poder criativo. Buscamos despertar em nós mesmos uma força que realmente mude nossas vidas de dentro para fora. Contudo, o mesmo instinto nos diz que essa mudança é a recuperação do mais profundo, mais original, mais pessoal que há em nós. Renascer não é tornar-nos outra pessoa, e sim tornar-nos nós mesmos.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O que eu vou fazer quando crescer?


por Elaine Ribeiro

Quantos de nós não crescemos ouvindo a expressão: "O que você vai ser quando crescer?". A pergunta que para muitos vem imediatamente com a resposta: "O mesmo que o meu pai" ou "O mesmo que minha mãe". que o tio, etc., para muitos é uma dúvida que os acompanha por um bom tempo da vida.

Faculdade, estudo, trabalho, ser isso ou aquilo: preocupações diretamente ligadas às expectativas do outro a meu respeito, àquilo que eu representarei na sociedade, na família, para o grupo de amigos.

Ser bem-sucedido ou ser feliz, ser rico ou fazer o que gosta. Geralmente, se associa prazer com atividades que nem sempre dão o retorno financeiro esperado. Daí cabe uma grande questão: "O que eu quero para mim?" "O que significa ser bem-sucedido para mim? Ter dinheiro? Ser gerente? Ser um cozinheiro muito realizado? Ser educador?"

Costumo dizer que a melhor escolha na vocação é aquela que nos faz felizes, que é compatível com nossas possibilidades e que nos gera sustento, pois, de nada adianta ser muito bem-sucedido financeiramente e ser infeliz. Mas, ao mesmo tempo, é muito complicado buscar sem encontrar seu lugar de satisfação.

Outro fator importante é que somos, atualmente, muito críticos com as possibilidades e com nossas escolhas. É natural ao ser humano a busca constante de condições melhores de vida, mas, até onde isso é sadio? Já pensou que pode estar perdendo oportunidades por deixar de observar aquilo que está ao seu redor?

Posso iniciar uma profissão ganhando pouco, mas numa empresa que valoriza o que faço e o que sou e, por essa razão, buscar chances de crescimento. Posso abrir uma empresa para administrar, mas se não tive experiências de trabalho como saber se esta é a melhor escolha? Trabalhar e ser comandado gera uma grande experiência em todas as áreas profissionais.

Outro aspecto importante, ao pensarmos em carreira e estudos, é que, atualmente, o mercado de tecnologia está bastante aquecido. Faculdades que oferecem a formação de tecnólogo em nível superior estão bastante solicitadas e há muitas empresas com grande necessidade de contratar tanto os tecnólogos quanto os técnicos de nível médio. Ou seja, nem sempre fazer uma faculdade de direito ou medicina é garantia de sucesso.

O bom discernimento vocacional se faz observando aquilo que nós gostaríamos de fazer, aquilo para o qual temos habilidade de fazer e a demanda de profissionais para aquela área e nossas possibilidades pessoais e financeiras para buscar determinada formação.

Acrescento, ainda, que para um bom discernimento é muito importante que façamos o exercício do autoconhecimento, da percepção dos talentos pessoais, das habilidades, das limitações e nossos alvos. Tudo isso, somado a um plano de vida com nossas metas pessoais e profissionais deve ser levado em consideração, para saber o que temos hoje e aonde gostaríamos de chegar e os esforços que deverão ser feitos para que tais metas sejam atingidas.

É importante ressaltar a responsabilidade que deve se fazer presente no momento da escolha, ou seja, é um momento em que cada um deve assumir de forma consciente a construção de um projeto de vida próprio. O objetivo não é necessariamente uma escolha para o resto da vida, mas a possibilidade de realizar escolhas conscientes que sejam coerentes com um modo de ser particular, visando a realização pessoal e profissional.

Lembro, também, que para escolher o caminho a ser seguido é importante conhecer as características e as exigências da vocação, seja qual ela for, profissional, religiosa, de discernimento de estado de vida. Para saber um pouco mais sobre o assunto acesse o link sobre as características de uma vocação.

É essencial que possamos não apenas escolher, mas aprender a escolher, olhando este processo como algo que está enraizado na história de vida de cada pessoa, e nesse sentido, realmente, não importa a escolha, mas a maneira como esta é realizada, quais os critérios estabeleço para que ela aconteça, como julgar o que é melhor para mim, em cada momento da minha existência, visto que escolhemos o tempo todo, enquanto existirmos.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Diversão e Reflexão

Publicamos um video da Companhia One Time Blind há exatamente um ano atrás aqui no blog. Hoje, trazemos mais dois para nos divertimos e refletirmos sobre nossas atitudes como cristãos.

O primeiro é com relação aos dons que Deus nos concede, já o segundo fala sobre a "vida dupla" que muitos têm atualmente, sendo uma pessoa na Igreja e outra no dia-a-dia.



segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Tô na luta!


por Adriano Gonçalves

“Só uma coisa morta segue a correnteza, tem que se estar vivo para contrariá-la.”


Ser cristão é remar contra a maré. É ir contra ao que todo mundo fala que é diferente, mas de tão diferente que é ficou tudo muito igual.

A grande diferença no mundo de hoje está em ser e viver como cristãos! Nós que somos os diferentes. Pois tentamos viver uma vida diferente a tudo o que se vê!

Nada começa grande, sempre tem um início “discreto”. Vivemos nossa vida com Deus de boa, mas tem hora que aos poucos deixamos o “remo” de lado e quando menos percebemos estamos sendo conduzidos pela correnteza de uma mentalidade nada a ver com cristianismo.

O pecado, começa com “pequenos” sims. Pequenas concessões que se somam e crescem como bola de neve até chegar a ocasiões de pecado que são tão incrivelmente tentadoras, que é irrealista esperar que sejamos capazes de rejeitá-las facilmente Permissões que vamos dando para nós e para os outros. E na certa pecado a cometer.

A verdade é que, se queremos seguir a Cristo e, portanto, sermos verdadeiramente livres das coisas que nos oprimem e nos prejudicam, nós precisamos levar as coisas a sério. Pequenas concessões se somam e crescem como bola de neve até chegar a ocasiões de pecado que são tão incrivelmente tentadoras, que é irrealista esperar que sejamos capazes de rejeitá-las facilmente.

Nesta vida, sempre vai haver uma luta para se afastar da tentadora, popular, e inicialmente atrativa opção pelo pecado. Mas a liberdade, a paz, e a oportunidade de viver uma vida que seja absolutamente perfeita para quem você é vale a pena muito mais do que as emoções baratas do momento.

Este é o preço da Santidade. Vamos lá, Juntos conquistar o céu?

Pense hoje, qual situação você precisa dizer: PHN ( por hoje não)...

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Amigo de verdade é aquele que corrige

por Renan Félix

Há um princípio fundamental em qualquer amizade: ela deve nos fazer crescer. Como uma árvore boa é podada para poder dar frutos bons, assim também, durante a caminhada de crescimento e de amadurecimento, o ser humano precisa de algumas boas “podas”. Passar por esse processo não é fácil e, muitas vezes, nem aceitamos que qualquer um nos pode. Por isso Deus coloca algumas pessoas especiais em nossas vidas não só com a oportunidade, mas com a missão de nos corrigir para nos fazer crescer.

Monsenhor Jonas Abib, certa vez, escreveu que existem situações de nossa vida nas quais, muitas vezes, só o amigo é capaz de nos corrigir. O conhecimento mútuo, ou seja, a intimidade que uma amizade gera entre duas pessoas produz um conhecimento tão profundo da alma do amigo que nos permite saber a forma e quando corrigi-lo. O amor compartilhado é capaz de abrir “compartimentos lacrados” de nosso coração, os quais precisam da luz da verdade sobre as nossas misérias, para que estas possam ser curadas.

Por causa da abertura de alma que há numa amizade um amigo é capaz de chegar aonde ninguém consegue. Ele é capaz de atingir e tocar nos pontos mais delicados de nossa história, de nossa vida, com toda a maestria que só o amor é capaz de suscitar. São feridas nas quais ninguém havia tocado, mas que somente um amigo é capaz de tocá-las e curá-las com seu amor.

Um bom amigo é como um bisturi nas mãos de Deus, capaz de rasgar a nossa alma para que todas as mazelas sejam expelidas e o coração possa ser curado. Esse processo é muito doloroso no início; não é fácil aceitar a correção e escutar tantas verdades da boca de alguém. Muitas vezes, isso fere, machuca e realmente arranca pedaços, mas, logo depois, o bálsamo do amor do amigo é derramado, consolando, aliviando e cicatrizando as nossas feridas. Alguém precisa fazer o serviço, por isso Deus usa dos nossos amigos. Ele sempre se utiliza de alguém para agir em nossa vida, suscitando a pessoa certa para que, através do amor concreto, toque na ferida e cure o nosso coração.

Pressuposto de uma amizade madura e saudável é a correção. A Palavra de Deus nos ensina: “Corrige o amigo que talvez tenha feito o mal e diz que não o fez, para que, se o fez, não torne a fazê-lo” (Eclo 19,13). Amigo que não corrige, não faz o outro crescer e por isso não ama de verdade. Um relacionamento de amizade verdadeira em Deus não comporta omissão. É preciso haver verdade, sinceridade e por isso liberdade para poder corrigir, mas fazê-lo no amor. Quem ama quer o melhor para o outro e esse melhor, muitas vezes, exige correção.

Saber que alguém que está nos corrigindo nos ama não nos anestesia da dor da “poda”, mas nos traz segurança. Podemos até resmungar, nos irritar, no entanto, ouvimos e acabamos aceitando. Lá na frente veremos o quanto aquela exortação nos fez crescer e nos livrou de tantos sofrimentos.

Se um amigo o corrigiu, aceite a correção! Exortação não é questão de falta de carinho; pelo contrário, é ato concreto de quem ama e quer o melhor para nós. Se um amigo seu precisa de correção, não se omita! Não deixe que o seu medo de perder a amizade por ter de corrigi-lo o leve a perdê-lo definitivamente. Mostre o seu amor e se comprometa com a vida dele. Cumpra sua missão de amigo: corrija e o ganhe para sempre; o ganhe para Deus!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Santa Maria Goretti

Jovem, virgem e mártir
"...ainda muito jovem, soube demonstrar força e valor contra o mal. Eu a invoco por vós, queridos jovens, para que vos ajude a escolher sempre o bem, mesmo quando custar; por vós, queridos doentes, para que vos sustente na tarefa de suportar os sofrimentos de cada dia; e por vós, queridos recém-casados, para que vosso amor seja sempre fiel e esteja repleto de respeito mútuo."

Papa Bento XVI, na audiência geral, dia 07 de julho de 2010.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O Espírito sopra onde quer


Segundo o relato sobre Pentecostes, ouviu-se um ruído, "como se soprasse um vento impetuoso" e "línguas de fogo" puseram-se sobre os apóstolos. Todos eles ficaram repletos do Espírito Santo e começaram a falar em diversas línguas.

Num mundo globalizado, nós, cristãos, precisamos nos interessar mais pelo outro, sua cultura, conhecer suas religiosidades, as outras línguas. No entanto, a principal continua sendo a linguagem do amor, da caridade e do respeito.

Mas, por que se interessar por isso? Porque abrir-se ao outro é o primeiro passo para uma relaçõa saudável e comprometida com quem está ao nosso redor. Só assim, poderemos apresentar e anunciar com autoridade a mensagem de Jesus. Basta pensarmos um pouco sobre o modo com que Jesus tratava as pessoas. Ele não fazia perguntas com: "Tu és judeu?", "Tu és estrangeiro?". Ele amava a pessoa como um todo.

A diversidade enriquece a todos. Afinal, o Espírito sopra onde quer. Portanto, estejamos abertos ao seu sopro e vamos, entusiásticos, pelo mundo afora, anunciando a Boa Nova de Jesus.

Jornal Missão Jovem. Ano XXIV, nº 255. Maio/2010.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Jesusabilidade


Quem não se liga, fica...

por CristaoWiki

Nossa vida é feita de ligações. Somos ligados, desde nossa concepção, á Deus e nossos familiares. Crescemos com a necessidade de nos ligarmos a amigos, trabalhos, carreiras, estudos, projetos, sentimentos, religiosidade e espiritualidade.

Cada um destes destinos possui infinitas formas de ligação, mas o importante é se ligar. Inventamos formas de ligações através das tecnologias de cada tempo. Primeiro vieram os mensageiros que levavam uma informação da origem ao destino pela linguagem falada, repetindo a mensagem. Depois as cartas fizeram o papel de aproximar as pessoas, mesmo estando à distância, levando notícias e saudades. Passamos por muitas outras tecnologias da informação, incluindo os aparelhos de celular, que começaram a permitir que nos falássemos à distância sem o uso de fios. Hoje mandamos e-mails, acessamos o Orkut, conversamos pelo MSN, Gtalk ou Skype, partilhamos cada segundo no facebook, twitter ou nos Blogs, vemos as fotos no Flickr, no picasa ou em outros sites específicos, mandamos SMS, ou MMS pelo celular, partilhamos e nos divertimos com os jogos em lanhouses, on-line ou móbiles, trocamos ringtones e ouvimos mp3 em qualquer lugar, vemos, criamos e partilhamos vídeos no youtube.

Enfim, criamos tantas maneiras de ficarmos mais tempo ligados uns aos outros que em alguns momentos as pessoas chegam a ter mais amigos virtuais que reais (não que os virtuais não sejam verdadeiros amigos, mas quis dizer real no sentido de ser palpável, de poder tocar e abraçar).

Existe um mundo virtual independente de querermos ou não entrar nele. Lá existe tanta futilidade quanto no mundo real, mas também existem muitas riquezas, e assim como em nossas vidas, devemos ser e buscar o mesmo, sendo autênticos, alegres, criativos e católicos. Pois este “mundo virtual” também é real, mesmo não sendo palpável, ele existe, assim como nossos amigos virtuais, que apesar de não poder tocar, estão lá e são de verdade. A virtualidade é apenas um canal, e não um “mundo imaginário”.

Ferramentas, softwares e sites ajudam na tarefa de nos mantermos ligados. As empresas já perceberam isso e querem que nos liguemos a elas também. Assim fazem os bancos, supermercados, lojas, agências de viagem, e até restaurantes, através de seus portais na internet e sistemas on-line.

Os engenheiros em TI (Tecnologia da Informação) trabalham bastante para transformar toda a complexidade das linguagens de programação em utilitários práticos, leves, de fácil acesso e utilização aos usuários. Chamamos isso de USABILIDADE, ou seja, aquilo que era difícil e complicado se torna útil, prático e fácil de usar. Na usabilidade o foco é o usuário.

Segundo o Wikipédia (maior enciclopédia on-line):

“Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. (...) Na Interação Humano-computador e na Ciência da Computação, usabilidade normalmente se refere à simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um website pode ser utilizado. O Termo também é utilizado em contexto de produtos como aparelhos eletrônicos, em áreas da comunicação e produtos de transferência de conhecimento”.

É aí que entra o termo usado no título deste artigo. Agora que nos aprofundamos e refletimos sobre a usabilidade quero apresentar um termo usado ainda muito singelamente por alguns jovens católicos visionários, a JESUSABILIDADE.

Tentando conceituar este termo, analisando na ótica da TIC (Tecnologia da Informação Católica), poderíamos dizer que Jesusabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa especificamente católica, que vise à formação ou informação do cristão. Referindo-se a Jesus na simplicidade e facilidade com que se usa interfaces, programas de computador, websites ou produtos de transferência de conhecimento católicos que visem evangelizar, integrar, formar ou aprofundar a fé dos cristãos.

Podemos dizer que Jesusabilidade é um padrão cristão de fazer as coisas na área da comunicação.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Papa ensina três valores aos jovens


in Notícias Canção Nova

O Papa Bento XVI encontrou-se, dia 07 de setembro de 2008, com jovens da ilha da Sardenha em uma das atividades de sua Visita Apostólica à cidade, onde afirmou que eles são "o futuro cheio de esperança na região" e propôs três valores, já ensinados por João Paulo II, mas, segundo ele, muito atuais.

"Eu conheço o seu entusiasmo, o desejo nutrido em vocês e o empenho colocado para realizá-lo, e não ignoro as dificuldades e os problemas que vocês encontram", como "o flagelo do desemprego e da precariedade de trabalho que põe em perigo os seus projetos, (...) a emigração e o êxodo das forças mais jovens e decididas, com a conseqüente perda de raízes que, por vezes, traz consigo danos psicológicos e morais, antes que sociais".

E continuou: "O que dizer o fato de que, na sociedade atual de consumo, os lucros e o sucesso tornaram-se novos ídolos, ante os quais se prostam tantos? Assim, as pessoas se sentem levadas a dar valor apenas àqueles que, como se costuma dizer, 'têm feito fortuna' ou são 'famosos' e não àqueles que tem de lutar com a vida laboriosamente todos os dias".

"Corre-se o risco de ser superficial, de seguir atalhos perigosos na busca do sucesso, buscando na vida experiências que dão satisfações imediatas, mas por si só são pobres e enganadoras. Cresce a tendência ao individualismo e quando alguém se concentra apenas em si mesmo, torna-se frágil, falta a paciência para ouvir, algo essencial para compreender os outros e trabalhar juntos", alertou o Santo Padre.


Os três valores

Bento XVI voltou a propor os três valores reafirmados por João Paulo II durante sua visita à Sardenha, 23 anos atrás, que continuam a ser "indicações atuais ainda hoje".

O primeiro é "o valor da família que temos que guardar como um patrimônio sagrado e antigo". (...) No passado, a sociedade tradicional ajudava mais a formar e conservar uma família. (...) Hoje, se admitem outras formas de coabitação e, por vezes, utiliza-se o termo família para uniões que, na realidade, não são famílias".

"Reassumam queridos jovens o valor da família", exortou o Santo Padre, "amada não só por tradição, mas por uma decisão consciente e madura", e recordou que o Concílio Vaticano II chamou à família "pequena Igreja, porque o matrimônio é um sacramento, é dizer, um sinal santo e eficaz do amor que Deus nos dá em Cristo através da Igreja".

O segundo valor é a formação "intelectual e moral". O Papa afirmou que "a crise de uma sociedade começa quando não se sabe transmitir a sua herança cultural e de valores essenciais para novas gerações. Não me refiro apenas ao sistema escolar. A questão é mais ampla. (...) Jesus disse: "A Verdade vos libertará" (Jo 8,32). O niilismo moderno prega o contrário, dizendo, a liberdade vos fará verdadeiros. Inclusive alguns defendem que não existe nenhuma verdade, abrindo assim o caminho do esvaziamento dos conceitos do bem e do mal, até chegar com que estes sejam intercambiáveis".

"A fé sincera e profunda" é o terceiro valor. "Quando se perde o sentido da presença e da realidade de Deus tudo é achatado e reduzido a uma única dimensão, (...) tudo permanece no material. (...) Desaparece o mistério de tudo o que existe: as coisas e as pessoas interessam na medida em que satisfazem nossos interesses e, não por si mesmas. Isto constitui um valor cultural que se respira desde o nascimento e que produz efeitos interiores permanentes", explicou.

"Fé, neste sentido, antes de ser uma crença religiosa, é uma forma de ver a realidade, uma forma de pensar, uma sensibilidade interior que enriquece os seres humanos como tal. (...) Estar com Jesus, conviver como com um amigo, no Evangelho e nos Sacramentos, é aprender de forma nova o que muitas vezes a sociedade não pode dar: o sentido religioso".


Verdadeira liberdade

"Oxalá todos e cada um de vocês descubram a Deus como sentido e fundamento de toda criatura, luz da verdade, chama de caridade, vínculo de unidade", finalizou.

"Então, vocês não terão medo de perder sua liberdade, porque a viverão em plenitude, entregando-a por amor. Não estareis apegados aos bens materiais, porque sentireis a alegria de compartilhar. Não estarão tristes da tristeza do mundo, mas sentirão pesar pelo mal e alegria pelo bem, especialmente pela misericórdia e o perdão. ( ...) Se vocês descobrirem Deus no rosto de Cristo já não pensarão na Igreja como uma instituição externa a você, mas como sua família espiritual."

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Mensagem de Páscoa dos bispos cristãos da Terra Santa


JERUSALÉM, quinta-feira, 1º de abril de 2010 (ZENIT.org).- [...]

Aleluia! Cristo ressuscitou. Verdadeiramente ressuscitou. Aleluia!

Nós, Chefes das Igrejas da Terra Santa, compartilhamos com vocês a Boa Nova da vida de nossa Igreja local cristã, como um só corpo em Cristo que vive a fé na ressurreição todos os dias. Nossa mensagem para vocês, de perto ou de longe, é de esperança, ânimo e perseverança. Sabemos das lutas que muitos cristãos enfrentam, tanto aqui na Terra Santa como em outras partes do mundo.

Conhecemos o poder do desespero. Conhecemos o poder do mal. Conhecemos o poder dos “principados e potestades” deste mundo, que promovem agendas de divisão e de opressão que causam graves prejuízos ao povo de Deus e a toda a Criação de Deus. Nós, assim como vocês, conhecemos o poder do pecado e da morte.

Também conhecemos o poder da Ressurreição. Sabemos o poder de Deus para extrair esperança do desespero. Conhecemos o poder de Deus em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador, para utilizar o perdão e o amor para vencer o mal.

Conhecemos o poder de Deus em Cristo para lidar com esses mesmos “principados e potestades”, para promover a fé, o respeito mútuo, a compaixão e a coragem para dizer a verdade em benefício de todo o povo de Deus. Conhecemos o poder do perdão dos pecados para redimir as relações entre as famílias e entre a família que são as nações. Conhecemos o poder do dom da vida eterna para todos os que creem.

Os cristãos, em todas as gerações, enfrentam muitos desafios. Nossa geração atual não é diferente das que passaram. Nós, assim como vocês, temos grandes responsabilidades e muitos obstáculos. A Igreja cristã está enfrentando as lutas aqui neste terra e ainda assim seguimos cheios de esperança do que somos, ao mesmo tempo a Igreja do Calvário e a Igreja da Ressurreição. Nossa fé não está no poder da morte, sim no poder da vida sacrificial de Cristo.

[...]

Que o Deus único e vivente: Pai, Filho e Espírito Santo, os preserve e guarde, agora e sempre. Amém.

Aleluia! Cristo ressuscitou. Verdadeiramente ressuscitou. Aleluia!

[...]

sexta-feira, 26 de março de 2010

Sangue de jovem não corre, revoluciona


por Adriano Gonçalves

Li recentemente uma frase que me deixou bem impactado, a frase é esta: “Sangue de jovem não corre, tira racha!”

Realmente é assim, queremos as coisas para já e para agora! Só você imaginar a lentidão da tua net. Se o download demora com certeza a sua impaciência vem em banda larga!

Outros podem usar a frase adaptada: “sangue de jovem não corre, voa”. Prefiro usar:

Sangue de jovem não corre, revoluciona!

Temos uma força forte que corre em nossas veias. Parece redundante, mas não é!

Esta força é forte! Pois vem do próprio Deus. Tem gente demais querendo nos convencer que esta força é fraca! Não se deixe iludir!

Fizemos uma experiência com Jesus, ele nos olhou e mudou a nossa vida! Provocou Revolução! E se ainda não provocou, pare de ler este post e se permita ser olhado por Ele! Ele está perto e está com o olhar fixo em você!

Esta experiência foi e é tão forte que nos faz pegar a vida nas mãos e dá-la um destino, um sentido! Gastar a vida na construção de um mundo mais bacana!

Quero te convidar a se mexer, a provar uma Revolução, algo que vai além de ideologia, mas algo que parte do encontro com uma pessoa: Jesus!

Como você se encontra hoje? Tem vontade de mudar o mundo? Vamos anunciar com a vida que é possível ser outro Cristo!

Apesar das dificuldades, não se deixe desencorajar nem renuncie os seus sonhos!

A vida pode até ser dura e difícil, porém acredite: Ser jovem é ter uma visão além do alcance!

O sangue de Jesus nos libertou! Este sangue revoluciona nossa vida e nos leva a falar mais alto que antes e nos dá a certeza de que é preciso mudar esta realidade!

Está em nossas mãos o futuro! Ou vai viver de passado? Pegue cada chance que tem e faça desta chance a oportunidade de provocar a Revolução Jesus!

Se está no presente, viva-o como ele é, ou seja, um presente! Abra-se e se perceba como presente, como Dom.

Neste post, quero provocar você a uma radicalidade na santidade! A deixar-se atrair por Deus e assim fazer algo para mudar a realidade! Podemos anunciar a vida eterna, e que o céu é uma conquista já garantida com Jesus, mas falta nossa parte!

Os santos são os verdadeiros reformadores. Só dos Santos, só de Deus provém a verdadeira revolução, a mudança decisiva do mundo.
Bento XVI

E aí, vamos juntos provocar a Revolução Jesus?

Comente retuite, coloque no Orkut este texto, até se quiser imprimi-lo e queimá-lo e que a fumaça produzida possa anunciar Jesus. Provoque uma reação! Vamos fazer barulho, mas que este barulho tenha o conteúdo que gera sentido, gera vida!

Um conteúdo que é pessoa, é Jesus!