2012 começou e você 'tá' perdido? O GON te ajuda...

Com Jesus nunca vai faltar estepe quando os pneus furarem na estrada da sua vida. ;)

Simplesmente perdoar

Nos afastamos de Deus. Sim por que a falta de perdão é falta de amor. Logo, falta de amor é falta de Deus. Com Deus longe deixamos espaço para o "orgulhoso" agir.

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domingo, 1 de maio de 2011

João Paulo II, o Santo do povo



Fama de santo é o que não faltou a esse polaco de olhos azuis profundos. Já no seu funeral, a multidão presente bradava: 'Santo súbito!' A sua espiritualidade transbordante, a sua diplomacia inata, que conquistava milhões só com o simbólico gesto de beijar o chão de um país visitado, a sua inteligência e fina ironia colocadas em segundo plano ante a sua humildade missionária, a sua disposição incansável em se desencastelar dos muros do Vaticano e participar no mundo como um agente transformador.

Tudo isso embalado por um carisma autêntico, de efeito globalizante, tão próprio do seu tempo, João Paulo II é um santo para a sua época, assim como houve outras gerações nos altares ao longo desses séculos de cristianismo, cada uma reflectindo a sua sociedade. Ainda em vida, João Paulo II foi louvado, em inúmeras ocasiões, como símbolo de grande liderança na arena internacional.

Atribui-se a ele, por exemplo, pelo menos parte, a responsabilidade pelo fim de regimes ditatoriais de esquerda no Leste Europeu, como na sua Polónia e nas vizinhas Hungria, Checoslováquia, Roménia, Alemanha Oriental e, finalmente, na União Soviética. Trata-se de uma influência que ele construiu, com muito esforço, por meio de uma riquíssima produção intelectual e de viagens que misturavam religião e política. Foram 104 jornadas a 129 países, com distância total percorrida de mais de um milhão de quilómetros. Para efeitos de comparação, o papa anterior que mais tinha viajado, Paulo VI, havia feito 12 viagens.

Avesso ao comunismo e às ditaduras de esquerda dos quais fora vítima, enquanto apoiava o levantamento de trabalhadores polacos contra o governo socialista do país, ele alinhou-se à política de Ronald Reagan (1981-1989), presidente dos Estados Unidos, que dava suporte a movimentos supostamente democráticos contra governos legítimos com inclinações socialistas. Críticas ao seu pontificado estendem-se ainda ao que alguns entendem como intransigência e outros como coerência em assuntos como homossexualidade, sexo fora do casamento, fertilização “in vitro”, aborto e uso de métodos contraceptivos. O papa polaco foi rigorosamente contrário a todos.

No fim, nenhuma das suas opiniões lhe custaram a continental popularidade. Iniciativas históricas, como o encontro ecuménico da "Oração pela Paz" em 1986, na cidade italiana de Assis, o sofrimento público tanto depois do atentado sofrido em 1981 como no fim da vida, a profunda espiritualidade, que o faziam mortificar-se com jejuns rigorosos e autoflagelar-se com uma cinta de couro garantiram uma espécie de imunidade às críticas mais pesadas. Poucos momentos sintetizaram tão bem a devoção pelo polaco como o seu funeral, a 8 de Abril de 2005. Mais de 200 lideranças políticas de todo o mundo reuniram-se na Praça São Pedro para acompanhar a missa de requiem, transmitida ao vivo para mais de um bilião de pessoas.

Gritos de “santo!” já eclodiam da massa de fiéis que testemunhavam a cerimónia, pedindo a canonização imediata. O documento cabal que validou os anseios populares e testemunhos como de diversas personalidades veio com a história da irmã Marie Simon, freira francesa curada da doença de Parkinson invocando o nome de João Paulo II – a primeira de muitas intervenções milagrosas do papa, que se devem multiplicar nos próximos anos.

Com mais um milagre reconhecido oficialmente, ele se tornará santo. Não há dúvidas de que isso acontecerá em breve. Segundo o postulador da causa, monsenhor Slawomir Oder, já foram recebidos mais de 1,5 mil relatos convincentes de milagres atribuídos ao santo padre. Entre 80 e 100 e-mails e cartas chegam diariamente ao seu escritório com histórias de graças alcançadas nos mais variados países, inclusive por não católicos que, por simpatia à figura de João Paulo II, pediram a sua intercessão. Há notícias de bebés que nasceriam com malformações, mas vieram ao mundo saudáveis, doentes cardíacos e que sofrem de cancro curados instantaneamente e casais dados como inférteis que tiveram filhos.

Essas intervenções supostamente milagrosas, embaladas pela mística e o carisma desse polaco, fazem cair por terra todas as contradições e as sombras do seu pontificado. Até porque a função de um santo não é ser perfeito. O papel de um santo é ser um retrato da sua fé. E isso Karol Wojtyla tentou. Com todas as suas faces.

[ escrito pela revista ISTOÉ ]


sábado, 26 de março de 2011

Hora do Planeta 2011




A Hora do Planeta é uma iniciativa da rede WWF que incentiva cidadãos, empresas e governos a apagarem as luzes por uma hora mostrando assim o seu apoio à luta contra as alterações climáticas.

Porquê apagar as luzes?

Antes de mais há que ter consciência que este apagar de luzes por uma hora é meramente um gesto simbólico, mas que pode ser representativo de um elevar da consciência de todos para um problema que é, igualmente, de todos: as alterações climáticas.

A verdade é que este simples gesto, tem despertado em todo o mundo compromissos capazes de ir marcando a diferença numa base diária contínua e tem levado a uma verdadeira mudança de hábitos de vida de cidadãos, empresas e governos que começam a despertar para compromissos válidos e práticos a favor desta luta.

Assim, apagar as luzes:
É mostrar que estamos preocupados com o aquecimento do planeta e queremos dar nossa contribuição, influenciando e pedindo acções de redução das emissões e de adaptação às mudanças climáticas, combatendo a desflorestação e conservando os nossos ecossistemas;
É um incentivo ao diálogo dos manifestantes entre si e entre esses e os governos e empresas;
É um acto que simboliza a eficiência e o uso de todos os recursos com inteligência, responsabilidade e de forma sustentável.

Em 2010, e após três anos de edição, a Hora do Planeta obteve a maior participação voluntária de sempre. Atingiu um recorde de 128 países e territórios, dos quais 24 cidades e duas vilas portuguesas, que se juntaram nesta exibição global a favor do planeta.

Edifícios e monumentos icónicos de todo o mundo (da Ásia ao Pacífico passando pela Europa e África e ainda Américas) ficaram às escuras para iluminar esta ideia. Pessoas de todo o mundo e de todas as esferas da vida social desligaram em uníssono as luzes e uniram-se nesta celebração e contemplação da única coisa que temos em comum: o Planeta Terra.

Portugal junta-se pelo terceiro ano consecutivo a este movimento, que este ano desafia todos a um compromisso que “Vá Além Desta Hora Na Luta Contra as Alterações Climáticas”, apelando a que, quando as luzes forem novamente acesas, reflicta sobre o que pode fazer para ajudar a marcar a diferença.

HORA DO PLANETA 2011
Sábado, 26 de Março


Apague as luzes e ilumine esta ideia por um Planeta Vivo.
Vá além desta hora na luta contra as alterações climáticas!

fonte:  http://www.wwf.pt/

quinta-feira, 24 de março de 2011

50 Campanhas Criativas da WWF que te fazem pensar duas vezes.


[Durantes os próximos dias uma série de 50 campanhas da WWF será postada aqui no blog, são campanhas muito criativas que realmente fazem você pensar duas vezes e rever certos conceitos em relação ao meio ambiente]

por The Design Inspiration

A World Wide Fund for Nature (WWF) é uma organização internacional não-governamentais que trabalham com questões relativas à conservação, investigação e restauração do meio ambiente. É a organização a maior do mundo independente de conservação com mais de 5 milhões de adeptos em todo o mundo, trabalhando em mais de 90 países, apoiando cerca de 1300 projectos de conservação e ambientais ao redor do mundo. Com a missão de "deter e reverter a destruição do nosso meio ambiente", o WWF está se esforçando para fazer deste mundo um lugar melhor.

Para WWF, o importante é fazer com que sua mensagem passada ao público, e para despertar a consciência pública da importância de proteger a natureza. É por isso que dependem fortemente de propaganda. O que temos aqui reunidos são alguns dos anúncios mais poderosa e atraente do WWF. Todos eles são criativos e bem executados, ea mensagem é clara. O que é preciso fazer um grande anúncios? Talvez você possa aprender alguma coisa com os anúncios abaixo.


Desligar o televisor estéreo e computador quando não estiver usando-os

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Facilidade ou estresse?


por Maria de Fátima da Costa Magalhães Demartino

Não há dúvida de que vivemos num mundo onde tudo acontece muito rápido. Com isso, as pessoas estão cada vez mais apressadas. Tanta pressa que nem se dão conta do que está acontecendo à sua volta. O mais interessante é que nem querem parar para pensar.

Ultimamente tenho observado algumas atitudes que demonstram as consequências de tanta correria. E o que vem me chamando a atenção é o telefone celular, que é utilizado por um número cada vez maior de pessoas, independente da idade, sexo, cor, religião ou classe social. O tamanho do aparelho está diminuindo a cada dia que passa, entretanto, suas funções estão aumentando. Um avanço da tecnologia! Uma maravilha! Mas, até que ponto?

Certamente o telefone celular tem facilitado, e muito, a comunicação entre as pessoas, mas, nem por isso, elas estão mais tranquilas. Andando na rua nos assustamos com pessoas que conversam no celular quando estão andando, conversam quando estão dirigindo seu automóvel, conversam tomando café, conversam almoçando, conversam entrando num ônibus e dentro dele. As pessoas conversam e cada vez mais se entendem menos.

Outras conversam dentro da Igreja, durante uma palestra ou numa aula. Parece um vício! Isto sem falar nas muitas vezes que presenciamos discussões, palavrões nos lugares mais absurdos e impróprios. Será que não dá para esperar o momento de conversar “ao vivo e a cores”?

O homem tem evoluído bastante na comunicação, em termos de tecnologia. Porém, está andando para trás em termos de convivência com o outro. Outro dia, um rapaz estava numa fila do banco e o tempo todo falava no celular. Quando chegou a sua vez de ser atendido, dirigiu-se ao caixa, mas não parava de conversar, não cedia a sua vez e nem falava com o caixa o que queria. Todos os que estavam na fila ficaram indignados, inclusive eu. Foi então que ele pediu para que a pessoa que esperasse um pouco na linha entregou os documentos ao caixa e continuou a conversa.

Às vezes, imagino que até no banheiro as pessoas conversam no celular. Alguns desenvolvem uma espécie de tique nervoso e a todo o momento pegam o seu aparelho, mexem em suas teclas, mandam mensagens, nas horas mais inadequadas.

Facilidade ou estresse? É claro que o telefone celular tem importância e muita utilidade nos dias de hoje. Mas, como fica a privacidade e o direito de parar?

O que vocês pensam sobre o uso abusivo do telemóvel? Comente aqui.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sobre Eleições

É hora de começar a se pensar...

Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus

por D. Luiz Gonzaga Bergonzini

Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de “Deus” não seja manipulado ou usurpado por “César” e vice-versa.

Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir- se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.

Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.

Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.

Na condição de Bispo Diocesano, como r e s p o n s á v e l pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que - por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21).

Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam.

Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Levi’s coloca fita pró-“casamento” homossexual em novo jeans

Antes de ler este artigo, leia este OUTRO publicado no último dia 17, pela comunidade Vida Nova, para entender as razões da Igreja sobre o homossexualismo.


SAN FRANCISCO, EUA, 28 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Levi Strauss & Co., o fabricante de jeans que há muito lidera o apoio corporativo ao ativismo homossexual, apareceu com uma nova estratégia de marketing que poderá ludibriar os consumidores que compram seus produtos, levando-os a mostrar apoio pelo “casamento” do mesmo sexo.

As lojas da empresa em Nova Iorque, Los Angeles, Chicago e San Francisco exibirão a linha de verão de jeans e camisas adornadas com “Laços Brancos pela Igualdade”, símbolo que denota apoio ao “casamento” homossexual.

O símbolo, uma fita branca com um laço, foi desenvolvido por uma empresa de comunicação da Califórnia para tirar vantagem da oposição à aprovação da Proposta 8, a emenda constitucional de proteção ao casamento normal aprovada pelos eleitores da Califórnia. A fita branca com laço imita as várias campanhas de fitas, tais como a fita rosa para a campanha contra o câncer de mama.

Comentando acerca do fato de que a empresa está misturando ativismo comercial e político, o vice-presidente sênior de serviços criativos globais da Levi’s, Rene Holguin, disse: “Nossa equipe de design estava buscando algo que ecoaria além da moda apenas, mas se encaixaria no tema de nosso produto branco”.

Os funcionários das lojas que estão mostrando as roupas com fitas brancas de laço foram orientados a envolver os clientes com esclarecimentos sobre o símbolo da agenda homossexual, esperando que os clientes sejam instruídos por meio de uma “conversa informada”.

“Temos chamadas telefônicas semanais com os gerentes de nossas lojas e enviamos informações detalhadas sobre a organização Fita Branca e também maneiras em que estamos como empresa apoiando a igualdade do casamento para todos”, a diretora de marketing de marcas e relações públicas da Levi’s, Erica Archambault, disse para o jornal New York Times. Ela acrescentou que quer que a equipe de vendas “seja instruída e apta a ter uma conversa informada que seja mais interativa do que ler um cartão ou algo parecido”.

A Levi Strauss, com sede em San Francisco, foi a primeira empresa da Fortune 500 a estender benefícios de saúde para casais homossexuais e deu grande apoio financeiro para o Conselho Empresarial de Igualdade Não à Proposta 8, que foi formado para se opor às iniciativas de definir o casamento como sendo entre um homem e uma mulher na constituição da Califórnia.

A empresa deu 25.000 dólares para a Igualdade para Todos, uma coalizão que liderou a campanha contrária à Proposta 8, enquanto Robert Haas, o presidente emérito da empresa e sua esposa deram mais 100.000 dólares, de acordo com um porta-voz da empresa.

Um relatório de Business Wire declara que a Fundação Levi Strauss anunciou ontem que fará uma doação de 25.000 dólares para o Centro Nacional de Direitos Lésbicos (CNDL) e 25.000 dólares para o Centro Comunitário LGBT de San Francisco (“O Centro”).

O CNDL liderou a campanha jurídica para derrubar a Proposta 8 no Supremo Tribunal da Califórnia.

“O Centro” é um local de reuniões homossexuais informais que “organiza e planeja o futuro político e cultural da comunidade LGBT” em San Francisco.


Thaddeus M. Baklinski