2012 começou e você 'tá' perdido? O GON te ajuda...
Com Jesus nunca vai faltar estepe quando os pneus furarem na estrada da sua vida. ;)
Simplesmente perdoar
Nos afastamos de Deus. Sim por que a falta de perdão é falta de amor. Logo, falta de amor é falta de Deus. Com Deus longe deixamos espaço para o "orgulhoso" agir.
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
50 Campanhas criativas da WWF
[50 Campanhas criativas da WWF para fazer você pensar duas vezes: Para WWF, o importante é fazer com que sua mensagem passada ao público, é para despertar a consciência pública da importância de proteger a natureza. É por isso que dependem fortemente de propaganda.]
Você não pode dar ao luxo de ser lento em uma emergência. Aja agora para o planeta.
terça-feira, 29 de março de 2011
50 Campanhas criativas da WWF
[50 Campanhas criativas da WWF para fazer você pensar duas vezes: Para WWF, o importante é fazer com que sua mensagem passada ao público, é para despertar a consciência pública da importância de proteger a natureza. É por isso que dependem fortemente de propaganda.]
Pela primeira vez, o lado escuro salva o planeta
domingo, 27 de março de 2011
50 Campanhas Criativas da WWF
[50 Campanhas criativas da WWF para fazer você pensar duas vezes: Para WWF, o importante é fazer com que sua mensagem passada ao público, é para despertar a consciência pública da importância de proteger a natureza. É por isso que dependem fortemente de propaganda.]
Se não pararmos o aquecimento global, a natureza...
Se não pararmos o aquecimento global, a natureza...
sábado, 26 de março de 2011
Hora do Planeta 2011
A Hora do Planeta é uma iniciativa da rede WWF que incentiva cidadãos, empresas e governos a apagarem as luzes por uma hora mostrando assim o seu apoio à luta contra as alterações climáticas.
Porquê apagar as luzes?
Antes de mais há que ter consciência que este apagar de luzes por uma hora é meramente um gesto simbólico, mas que pode ser representativo de um elevar da consciência de todos para um problema que é, igualmente, de todos: as alterações climáticas.
A verdade é que este simples gesto, tem despertado em todo o mundo compromissos capazes de ir marcando a diferença numa base diária contínua e tem levado a uma verdadeira mudança de hábitos de vida de cidadãos, empresas e governos que começam a despertar para compromissos válidos e práticos a favor desta luta.
Assim, apagar as luzes:
É mostrar que estamos preocupados com o aquecimento do planeta e queremos dar nossa contribuição, influenciando e pedindo acções de redução das emissões e de adaptação às mudanças climáticas, combatendo a desflorestação e conservando os nossos ecossistemas;
É um incentivo ao diálogo dos manifestantes entre si e entre esses e os governos e empresas;
É um acto que simboliza a eficiência e o uso de todos os recursos com inteligência, responsabilidade e de forma sustentável.
Em 2010, e após três anos de edição, a Hora do Planeta obteve a maior participação voluntária de sempre. Atingiu um recorde de 128 países e territórios, dos quais 24 cidades e duas vilas portuguesas, que se juntaram nesta exibição global a favor do planeta.
Edifícios e monumentos icónicos de todo o mundo (da Ásia ao Pacífico passando pela Europa e África e ainda Américas) ficaram às escuras para iluminar esta ideia. Pessoas de todo o mundo e de todas as esferas da vida social desligaram em uníssono as luzes e uniram-se nesta celebração e contemplação da única coisa que temos em comum: o Planeta Terra.
Portugal junta-se pelo terceiro ano consecutivo a este movimento, que este ano desafia todos a um compromisso que “Vá Além Desta Hora Na Luta Contra as Alterações Climáticas”, apelando a que, quando as luzes forem novamente acesas, reflicta sobre o que pode fazer para ajudar a marcar a diferença.
HORA DO PLANETA 2011
Sábado, 26 de Março
Apague as luzes e ilumine esta ideia por um Planeta Vivo.
Vá além desta hora na luta contra as alterações climáticas!
fonte: http://www.wwf.pt/
fonte: http://www.wwf.pt/
50 Campanhas criativas da WWF
[50 Campanhas criativas da WWF para fazer você pensar duas vezes: Para WWF, o importante é fazer com que sua mensagem passada ao público, é para despertar a consciência pública da importância de proteger a natureza. É por isso que dependem fortemente de propaganda.]
Quando você deixar a luz acesa, você não é o único que paga.
sexta-feira, 25 de março de 2011
50 Campanhas criativas da WWF
[50 Campanhas criativas da WWF para fazer você pensar duas vezes: Para WWF, o importante é fazer com que sua mensagem passada ao público, é para despertar a consciência pública da importância de proteger a natureza. É por isso que dependem fortemente de propaganda.]
A reciclagem de vidro, plástico, papelão e papel
Escolhendo um híbrido ou combustível de carro eficiente
quinta-feira, 24 de março de 2011
50 Campanhas Criativas da WWF que te fazem pensar duas vezes.
[Durantes os próximos dias uma série de 50 campanhas da WWF será postada aqui no blog, são campanhas muito criativas que realmente fazem você pensar duas vezes e rever certos conceitos em relação ao meio ambiente]
por The Design Inspiration
A World Wide Fund for Nature (WWF) é uma organização internacional não-governamentais que trabalham com questões relativas à conservação, investigação e restauração do meio ambiente. É a organização a maior do mundo independente de conservação com mais de 5 milhões de adeptos em todo o mundo, trabalhando em mais de 90 países, apoiando cerca de 1300 projectos de conservação e ambientais ao redor do mundo. Com a missão de "deter e reverter a destruição do nosso meio ambiente", o WWF está se esforçando para fazer deste mundo um lugar melhor.
Para WWF, o importante é fazer com que sua mensagem passada ao público, e para despertar a consciência pública da importância de proteger a natureza. É por isso que dependem fortemente de propaganda. O que temos aqui reunidos são alguns dos anúncios mais poderosa e atraente do WWF. Todos eles são criativos e bem executados, ea mensagem é clara. O que é preciso fazer um grande anúncios? Talvez você possa aprender alguma coisa com os anúncios abaixo.
Desligar o televisor estéreo e computador quando não estiver usando-os
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio de Jovens

"Os jovens latino-americanos entre 15 e 24 anos são os que mais correm riscos, em todo o mundo, de serem assassinados ”. E o Brasil, atrás de Colômbia e Venezuela, é o 3º país com mais assassinatos de jovens no mundo. Isso se deve a uma taxa de 51,7 homicídios para cada 100 mil jovens. Taxa essa que entre 1994 e 2004 cresceu a um ritmo maior que o número de assassinatos entre a população total.
Outra informação, no relatório da ONU (2006), a esse respeito revela o caráter histórico da perversidade: em cada grupo de dez jovens de 15 a 18 anos, assassinados no Brasil, sete são negros . Paralelo a isso se constata que mais de uma em cada cinco pessoas da população jovem não estuda nem trabalha. A situação é urgente, chegou no limite.
Segundo relatório feito pelo RITLA, morrrem por dia, em média, 54 jovens vítimas de homicídio no Brasil e ainda vale lembrar que um estudo inédito divulgado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos estima que 33.504 adolescentes brasileiros serão assassinados em um período de sete anos, que vai de 2006 a 2013.
O levantamento foi realizado pelo Laboratório de Análise da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância – Unicef - e com o Observatório de Favelas. A estimativa foi feita com base em dados de 2006, considerando-se a hipótese de que as circunstâncias observadas naquele ano sejam mantidas.
O que é a Campanha?
É uma ação articulada de diversas organizações para levar a toda sociedade o debate sobre as diversas formas de violência contra a juventude, especialmente o extermínio de milhares de jovens que está acontecendo no Brasil. Com isso, a Campanha objetiva avançar na conscientização e desencadear ações que possam mudar essa realidade de morte.
Como começou?
A Campanha nasceu da reflexão da 15ª Assembléia Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil (ocorrida em maio de 2008), fruto da indignação crescente dos/as delegados/as presentes naquela assembleia e da revolta ante ao crescente número de mortes de jovens no campo e na cidade, em todos os cantos do país.
Quem a promove?
As Pastorais da Juventude do Brasil (Pastoral da Juventude, Pastoral da Juventude Estudantil, Pastoral da Juventude do Meio Popular e Pastoral da Juventude Rural).
Com o objetivo de unir forças na defesa da vida da juventude, várias outras organizações estão se juntando como parceiras da Campanha. No Seminário Nacional de preparação da Campanha, realizado em maio de 2009, várias organizações estiveram presentes: Setor Juventude – CNBB; Comissão Brasileira de Justiça e Paz; Conferência dos/as Religiosos/as do Brasil; Conselho Nacional de Leigos e Leigas; Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude; Campanha Reaja ou será mort@!; Associação de Familiares e Amigos/as de Presos/as – Bahia; Jornal Mundo Jovem; Via Campesina
Quais serão as ações da Campanha?
As ações serão feitas a partir dos três eixos da Campanha:
○ Eixo I: “Formação política e trabalho de base”
○ Eixo II: “Ações de massa e divulgação”
○ Eixo III: “Monitoramento da mídia e denúncia quanto à violação dos direitos humanos”
Como participar?
○ Fazendo a discussão no grupo de jovens, na escola, na universidade, no trabalho, na família... (textos, indicações de filmes e livros disponíveis no site).
○ Participando dos seminários estaduais que acontecerão em 2010.
○ Ajudando na organização das Atividades Permanentes de 2010 (Semana da Cidadania, Semana do/a Estudante, Dia Nacional da Juventude), cujos temas estarão em sintonia com a Campanha.
Contato
Coordenação Nacional da Campanha
Email: contraviolencia.pjb@gmail.com
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Site: Juventude em Marcha
Outra informação, no relatório da ONU (2006), a esse respeito revela o caráter histórico da perversidade: em cada grupo de dez jovens de 15 a 18 anos, assassinados no Brasil, sete são negros . Paralelo a isso se constata que mais de uma em cada cinco pessoas da população jovem não estuda nem trabalha. A situação é urgente, chegou no limite.
Segundo relatório feito pelo RITLA, morrrem por dia, em média, 54 jovens vítimas de homicídio no Brasil e ainda vale lembrar que um estudo inédito divulgado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos estima que 33.504 adolescentes brasileiros serão assassinados em um período de sete anos, que vai de 2006 a 2013.
O levantamento foi realizado pelo Laboratório de Análise da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância – Unicef - e com o Observatório de Favelas. A estimativa foi feita com base em dados de 2006, considerando-se a hipótese de que as circunstâncias observadas naquele ano sejam mantidas.
O que é a Campanha?
É uma ação articulada de diversas organizações para levar a toda sociedade o debate sobre as diversas formas de violência contra a juventude, especialmente o extermínio de milhares de jovens que está acontecendo no Brasil. Com isso, a Campanha objetiva avançar na conscientização e desencadear ações que possam mudar essa realidade de morte.
Como começou?
A Campanha nasceu da reflexão da 15ª Assembléia Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil (ocorrida em maio de 2008), fruto da indignação crescente dos/as delegados/as presentes naquela assembleia e da revolta ante ao crescente número de mortes de jovens no campo e na cidade, em todos os cantos do país.
Quem a promove?
As Pastorais da Juventude do Brasil (Pastoral da Juventude, Pastoral da Juventude Estudantil, Pastoral da Juventude do Meio Popular e Pastoral da Juventude Rural).
Com o objetivo de unir forças na defesa da vida da juventude, várias outras organizações estão se juntando como parceiras da Campanha. No Seminário Nacional de preparação da Campanha, realizado em maio de 2009, várias organizações estiveram presentes: Setor Juventude – CNBB; Comissão Brasileira de Justiça e Paz; Conferência dos/as Religiosos/as do Brasil; Conselho Nacional de Leigos e Leigas; Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude; Campanha Reaja ou será mort@!; Associação de Familiares e Amigos/as de Presos/as – Bahia; Jornal Mundo Jovem; Via Campesina
Quais serão as ações da Campanha?
As ações serão feitas a partir dos três eixos da Campanha:
○ Eixo I: “Formação política e trabalho de base”
○ Eixo II: “Ações de massa e divulgação”
○ Eixo III: “Monitoramento da mídia e denúncia quanto à violação dos direitos humanos”
Como participar?
○ Fazendo a discussão no grupo de jovens, na escola, na universidade, no trabalho, na família... (textos, indicações de filmes e livros disponíveis no site).
○ Participando dos seminários estaduais que acontecerão em 2010.
○ Ajudando na organização das Atividades Permanentes de 2010 (Semana da Cidadania, Semana do/a Estudante, Dia Nacional da Juventude), cujos temas estarão em sintonia com a Campanha.
Contato
Coordenação Nacional da Campanha
Email: contraviolencia.pjb@gmail.com
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Site: Juventude em Marcha
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Qual relação há entre igreja e cidadania?
É muito comum palavras e símbolos mudarem de sentido, passarem a designar coisas diferentes ou mais amplas. Quando se trata de traduzir uma ideia ou uma imagem, as alterações podem ser ainda maiores. Propomos aqui irmos à busca da raiz do termo “igreja”, de forma a entendermos sua relação direta com a conquista da cidadania para todas as pessoas.
O termo igreja vem do grego ekklesía, que, literalmente, significa assembleia. Já na tradução grega do Antigo Testamento, é usado para traduzir o hebraico kahal. Lemos, por exemplo, em Dt 31,30: “Moisés pronunciou, integralmente, as palavras deste cântico aos ouvidos de toda a assembleia de Israel” (em português, também se usa congregação, comunidade). Em outros lugares, o termo é usado para falar de comunidade reunidas para qualquer culto. Em At 19,31, por exemplo, fala-se da ekklesía que presta culto à deusa Ártemis.
A conotação política
O sentido original do termo, entretanto, não é estritamente religioso e tem forte conotação política. A ekklesía era a assembleia dos cidadãos, reunida para definir os rumos da polis, da cidade grega. Logo, ao participar da ekklesía, os cidadãos estavam fazendo político. Antigos escritores gregos como Heródoto, Xenofontes e o próprio Platão fazem uso do termo em seus escritos, especialmente comum em Atenas, onde os líderes políticos (cidadãos) se reuniam em ekklesía diversas vezes ao ano.
É muito interessante que a comunidade cristã tenha escolhido esse termo para falar do projeto do Reino: foi para viver uma nova ekklesía que Jesus chamou seus discípulos e discípulas. A ekklesía grega não era mais suficiente. Um sentido novo deveria ser dado ao termo. Por ser um termo bastante conhecido no mundo político, com certeza, algum conteúdo político teria que permanecer na palavra igreja. E permaneceu! Assim não tivesse sido, o Império Romano não teria a preocupação de levar o líder Jesus a uma condenação política e ao consequente assassinato na cruz. Mas onde está a novidade em usar um termo velho para designar um novo movimento?
Ora, o modelo da democracia grega, com certeza, significou grandes avanços em relação aos processos decisórios. Faz muito mais sentido aos cidadãos deliberarem sobre seu destino do que um único soberano, quase sempre de forma tirana, tomar todas as decisões por sua própria conta. O problema é que, como sabemos, poucas pessoas eram consideradas na Grécia Antiga. Mulheres, crianças, estrangeiros, toda a grande massa de pessoas escravas, ou seja, a maioria da população jamais poderia ser considerada cidadã. Estava permanentemente excluída da ekklesía, da igreja. Apenas a uma pequena elite de homens ricos era reservado o acesso à cidadania. Tanto quanto difícil era se tornar cidadão sob o período de dominação romana (At 22,28).
A conotação política
O sentido original do termo, entretanto, não é estritamente religioso e tem forte conotação política. A ekklesía era a assembleia dos cidadãos, reunida para definir os rumos da polis, da cidade grega. Logo, ao participar da ekklesía, os cidadãos estavam fazendo político. Antigos escritores gregos como Heródoto, Xenofontes e o próprio Platão fazem uso do termo em seus escritos, especialmente comum em Atenas, onde os líderes políticos (cidadãos) se reuniam em ekklesía diversas vezes ao ano.
É muito interessante que a comunidade cristã tenha escolhido esse termo para falar do projeto do Reino: foi para viver uma nova ekklesía que Jesus chamou seus discípulos e discípulas. A ekklesía grega não era mais suficiente. Um sentido novo deveria ser dado ao termo. Por ser um termo bastante conhecido no mundo político, com certeza, algum conteúdo político teria que permanecer na palavra igreja. E permaneceu! Assim não tivesse sido, o Império Romano não teria a preocupação de levar o líder Jesus a uma condenação política e ao consequente assassinato na cruz. Mas onde está a novidade em usar um termo velho para designar um novo movimento?
Ora, o modelo da democracia grega, com certeza, significou grandes avanços em relação aos processos decisórios. Faz muito mais sentido aos cidadãos deliberarem sobre seu destino do que um único soberano, quase sempre de forma tirana, tomar todas as decisões por sua própria conta. O problema é que, como sabemos, poucas pessoas eram consideradas na Grécia Antiga. Mulheres, crianças, estrangeiros, toda a grande massa de pessoas escravas, ou seja, a maioria da população jamais poderia ser considerada cidadã. Estava permanentemente excluída da ekklesía, da igreja. Apenas a uma pequena elite de homens ricos era reservado o acesso à cidadania. Tanto quanto difícil era se tornar cidadão sob o período de dominação romana (At 22,28).
Cidadania para todos
A proposta assumida por muitas comunidades cristãs rompe com esse esquema. Um bom resumo de como entenderam o novo sentido da ekklesía é o hino à liberdade humana, a Carta aos Gálatas: “Entre nós, não há mais judeu nem grego, nem escravo, nem livre, não há homem nem mulher, pois todos vocês são um em Cristo Jesus” (Gl 3,28). Aqui está algo revolucionário! O que se propõe na edificação da nova ekklesía é a cidadania plena para todas as pessoas. Mulheres e crianças, pobres e pequenos, todas as pessoas são reconhecidas em sua dignidade, têm voz e vez, têm autoridade.
Um olhar mais atento aos textos bíblicos e á história do cristianismo posterior nos permitirá ver que não conseguimos segurar a novidade dessa ekklesía. Mas continuamos desafiados a voltar às raízes, voltar à fonte! Sejamos carinhosamente radicais na exigência da cidadania plena para todas as pessoas.
Edmilson Schinelo. Jornal Mundo Jovem. Ano 47, setembro de 2009, edição nº 400.

























